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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

O galopar dos dias

Samuel Canales Corchado
06/03/2020

 

Esta manhã ao cumprimentar a meu vizinho/morador Martín, que já é pessoa {octogenaria}, me respondeu com uma frase tão certa, tão rotunda, e tingida de certo {excepticismo} que não me deixou indiferente. Martín é homem de povo/vila, como quase todos os que vivemos em Cáceres, quero dizer que não temos nascido nem nos temos criado na capital. Martín é também homem cabal, correto, sempre vai bem vestido e seu aspeto é alegre e jovial apesar dos anos. Martín possui essa sabedoria popular e filosófica das pessoas simples mas de pensamentos profundos. Transferindo'ns e voltando ao início desta história, ao dar-lhe os bom dia a meu vizinho/morador e perguntar-lhe que tal estava, me respondeu, «bem, {echando} dias {pa} {trás}». A resposta me deu para pensar um bocado enquanto caminhava absorto e {meditativo} até o consultório médico que era até onde me dirigia. ¡Como toda a gente, {echando} dias {pa} {trás}!, pensei. A resposta embora possa parecer simples a primeira vista, leva em si uma grande carga/carrega filosófica sobre/em relação a algo tão universal como é o irremediável passo do tempo, sobre/em relação a a consciencializa que o ser humano tem da sua existência e seu processo vitalista. Do nada {venimos}, «{echamos} dias {pa}’{trás}» e à nada {volvemos}, e esse ser conscientes da nossa existência é o que nos diferença dos outros seres vivos; essa é nosso sinal de identidade, nosso emblema, nossa vantagem relativamente aos seres não racionais e também nossa tragédia.

OFTALMOLOGISTA CACEREÑO

Agradecimento ao médico/ doutor Manuel Pacheco

Pepe Extremadura

Cantautor. Cáceres

Contra de minha vontade me tenho visto obrigado a passar de novo pelo sala de operações por problemas de visão e felizmente tudo tem saído tal como estava previsto, ou seja, bem. De passagem {aprovecho} a ocasião para felicitar e reconhecer a extraordinária lavor/trabalho que realiza o serviço de Oftalmologia do novo Hospital de Cáceres, com o médico/ doutor Manuel Pacheco à cabeça, o qual, junto a seu exemplar plantel/elenco, conseguem que o paciente se encontre tranquilo e seguro durante a intervenção e isso sempre é digno de agradecer. Para além de seu profissionalismo e excelente trato humano para com o doente, por isso temos de dizer alto e claro que Cáceres tem o honra e o privilégio de contar com o melhor plantel/elenco de oftalmologistas da Extremadura. É uma sorte para os cacerenhos poder/conseguir contar com os seus conhecimentos e seu bom fazer, principalmente para bem da nossa saúde. Só/sozinho aquele que tenha problemas de visão poderá compreender em sua justa medida o significado de minhas palavras.

Por outro lado, {añadiré} que se podemos presumir de que neste bendito país chamado Espanha temos a melhor saúde pública do mundo é graças aos excelentes profissionais que compõem-na. Por isso médicos como o médico/ doutor Manuel Pacheco, com seu inestimável lavor/trabalho calada, abnegada e entregue aos demais, {dignifican} tão necessária e exemplar profissão.

LEI DE LIBERDADE SEXUAL

O {coqueteo} também é acosso

{Jon} García Rodríguez

Bilbao

Aprovechando que a ministra de Igualdade, Irene Montero, quis pôr-se excessivamente minuciosa a hora de elaborar o anteprojeto de Lei de Garantia Integral da Liberdade Sexual, cometendo um excesso de zelo, até ao ponto de querer tipificar como atos puníveis os {piropos} e os sucedâneos destes com penas que não som precisamente fútil, deveria, já que está em isso –em castigar gestos mesquinhos que ofendem– observar as atitudes que têm algumas {féminas} em seus postos de trabalho e atuar em consequência. Por exemplo, ¿quem não tem tido alguma vez em seu estreitamente uma companheira e tem observado que, através da sedução e o {coqueteo} com o chefe, esta conseguia substanciosas prebendas? –{léase} os melhores horários disponíveis, promoções imerecidas ou qualquer outro pus laboral que se criou «ad hoc» para ela. ¿Não poderia ser considerado este facto/feito como um «assédio sexual reiterado» e castigar-se como tal, com uma pena de três meses a dois anos de prisão, que é a que a mim me cairia se tentativa ligar-me dessa frívola e {ímproba} maneira a meu chefe?

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