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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

O futuro de Trump se complica


22/04/2019

 

O relatório/informe redigido pelo fiscal especial Robert Mueller sobre/em relação a a interferência russa na campanha eleitoral de 2016 contém uma frase que, com toda probabilidade, marcará a presidência de Donald Trump até as eleições de Novembro do próximo ano. «Embora este relatório/informe não conclui que o presidente {cometiera} um crime, também não o exonera», escreve Mueller, que descreve até 11 episódios nos que o presidente pôde ter incorrido em obstrução à justiça, uma figura delituosa que levou a Richard Nixon a demitir-se em 1974 e a Bill Clinton a enfrentar uma votação de {impeachment} em 1999. Embora o secretário de Justiça, William Barr, insiste em que do relatório/informe depreende-se que não teve colaboração entre a campanha de Trump e os {hackers} russos, o {Rusiagate} deixou de ser o maior ponto fraco da Casa Branca e, por outro lado, tem tomado corpo a alegada reiteração num delito especialmente grave que ativa o propósito do Jogo/partido Democrata de esclarecer os factos/feitos e obstaculizar a reeleição do presidente. Por de imediato, é muito possível que a Câmara de Representantes, de maioria democrata, cite a Mueller para que precise as {inconcreciones} do relatório/informe, mas é inimaginável que os adversários de Trump se contentem com isto. Antes ao contrário, a suspeita de obstrução à justiça oferece aos democratas a possibilidade de aprofundar na divisão republicana.

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