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O futuro incerto do autónomo/trabalhador independente

 

Andrea Padilla
20/05/2020

Depois de/após mais de 40 dias de confinamento, muitos autónomos/trabalhadores independentes e pequenos comércios se {echan} as mãos à cabeça sem saber que vai ser deles quando tudo isto termine. Os rendimentos sons zero euros ao dia (e ao mês) em muitos casos. Outros conseguiram vender algo por meio de redes sociais ou das suas páginas web, embora não é fácil competir/rivalizar/disputar com gigantes como Amazon e Inditex, que levam-se quase o 85% do mercado. Por outro lado, as faturas seguem/continuam chegando. Essas faturas de aluguer dos locais, que embora sejam inferiores se seguem/continuam reclamando, e as dos fornecedores, {impagadas} por toda esta situação. Em definitiva, dívidas que vão acumulando diante da impossibilidade de pagá-las.

¿Que será deles? A solução, segundo o Estado, é facilitar um par de ajudas. A primeira seria como uma prestação por desemprego para autónomos/trabalhadores independentes pelo cesse de sua atividade a partir dos 600 euros por mês aproximadamente dependendo do que pague cada um em sua quota mensal de autónomos/trabalhadores independentes. A outra facilita até 2.000 euros se {cumples} uma série de estritos requisitos. Isso sim, devem acolher-se a uma ou outra, pois as duas ao mesmo tempo não som compatíveis. Por isso temos de decidir qual resulta a melhor opção: ou pedir o desemprego, que embora o montante é baixo/sob/debaixo de permite mês a mês comprar comida/almoço ou pagar os recibos básicos, ou receber/acolher uma ajuda de até 2.000 euros para pagar alguma fatura do comércio.

¿Que acontece se as dívidas vão acumulando sem poder/conseguir ser pagas por esta situação? Temos de ir ao banco e solicitar outro empréstimo, um mais na lista do empreendedor. E aqui continuamos, depois de/após mais de 40 dias.

sem recursos

Desamparados

Eva Escaño

Zaragoza

Somos quatro em casa, com duas meninas de 13 e 15 anos, só/sozinho chegam meus rendimentos de 500 euros. {Pagamos} o aluguer de 330 euros e a luz, e a duras penas nos chega para comer. Estivemos dois meses a zero, com um vale de 200 euros de comida/almoço para quatro. Agora não temos nem um euro e estou esperando a chamada de Cáritas desde há dias, intermináveis para nós. O bar no qual eu trabalhava pontualmente se calhar já não abre e temos enviado currículos e nada. E para cúmulo, se nos quebra a máquina de lavar roupa. Já não sabemos que fazer. Nos sentimos desamparados.

sem recursos

¿Temos esquecido viver?

Andrea Valldosera

Barcelona

Estos dias que estive cumprindo com a quarentena me deu a oportunidade de poder/conseguir ser feito diferentes reflexões. Desde/a partir de minha janela tenho olhado o sol e a lua, os árvores, a rua, tudo tipo de detalhes que passam despercebidos no dia-a-dia.

Vejo um paralelismo. Isso é um reflexo da nossa sociedade. Enquanto os políticos, {recordemos} que som pessoas como nós, se lutam pela propriedade da lua e pelo poder/conseguir, o resto {luchamos} para poder/conseguir pagar-nos uma habitação e ter os luxos justos para encher-nos de felicidade.

Desde/a partir de minha janela {observé} meu reflexo nessa simples lâmpada da poste de iluminação da rua de {Urgell} de Barcelona. Uma jovem de 26 anos que ainda está a estudar uma segunda corrida/curso, trabalhando, dobrando turnos, pagando o elevado preço das universidades, tentado sorrir cada dia e que isso passa totalmente despercebido. De aqui a ideia da lâmpada, pois damos energia até que deixámos de funcionar. ¿Em que momento nos temos convertido em escravos das aparências, tempo e avareza? ¿Esquecemo-nos de viver?

Quando {escucho} pelas notícias a presidentes, milionários e ícones sociais com grandes fortunas falar do difícil que som certos momentos para a sociedade me {cuestiono} que é o que está falhando. ¿Somos nós mesmos aqueles que lhes {cedemos} tudo o poder/conseguir para decidir, fazer e desfazer? ¿Quando perdemos o sentido da força e nos temos acreditado a vulnerabilidade?