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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 24 de maio de 2018

Faz muito que {cambié} de canal

Miguel Fernández-Palacios
16/05/2018

 

Com seis anos de atraso, os trabalhadores de TVE esporeados pelo Canal 9 valenciano, que {mangoneado} pelo PP teve que {echar} o fecho, se tomam a sério a perda de share e credibilidade pelo reiterado uso partidarista que o PP faz da cadeia pública. Quando Rajoy chegou ao poder/conseguir, uma de suas primeiras medidas foi ferir de morte Televisão Espanhola, líder de audiência e a mais plural que jamais existiu –concebida por Zapatero e vencedora de prestigiosos prémios, à frente de informativos acreditados como os da BBC, {CBS} ou {NBC}–, ao manipulá-la {sectariamente} infringindo o código ético do que deve ser uma cadeia pública financiada com o dinheiro de todos. Sim, senhor Montoro, confundindo o público e o privado, têm impregnado a TVE de um insuportável fedor partidarista que força à audiência a mudar de canal.

{FIBROMIALGIA}

Nada mudou

Begoña Elvira

Don Benito

{Le} han diagnosticado {fibromialgia} y, infelizmente para ela, nada mudou. Para muitos dos profissionais da saúde nos que terá que confiar a partir de agora é uma doença {inexplorada}. O diagnóstico não a libertará dos preconceitos sociais. O pior de tudo não será que esta doença não tenha cura ou que muitos dias não poderá levantar-se da cama, mas sempre deverá justificar que está doente. Deverá batalhar contra discursos {androcéntricos} que a medicina justifica em doenças que afetam maioritariamente a mulheres. Terá que evitar lugares-comuns sobre/em relação a o status duma doença considerada de pouca gravidade apesar de que em muitos casos, a dor e o sofrimento são altamente {incapacitantes}. Mas ela não deverá render-se, terá que lutar com otimismo e pedir compreensão aos profissionais tantas vezes como seja necessário.

TRIBUNAIS/RÉUS/JULGADOS

Acossadores

Ignacio Puig

Barcelona

Inicié o exercício da advocacia faz mais de 25 anos especializando'm em Direito do Trabalho. Me subjugou a oralidade, a unidade de ato, o respeito entre juízes e letrados, o impulso conciliador que {clarificaba} os interesses em jogo e deixava em evidencia as posturas {leguleyas} e, naturalmente, a contenda procesual e substantiva arrumada. Infelizmente, tudo isso tem desaparecido. A oralidade tornou-se em {verborrea}, a unidade de ato em algo relativo, o impulso conciliador em ameaça ou {mercadeo} e a contenda procesual e substantiva num cópia/copia e bate. Mas a verdadeira credibilidade dos Tribunais/réus/julgados do Social se derruba quando os juízes faltam ao respeito aos letrados desde a {atalaya} de seu poder/conseguir e convertem a vista num espetáculo lamentável. A demolição se está a fazer desde dentro por quem deveria ser expressão de serenidade. Por isso, os {evito}, embora, naturalmente, há exceções.

MODALES

Cadeira pendente

{Alicia} Azeitona

Plasencia

Cada dia cumprimento a meus vizinhos/moradores com um: «Boa tarde», mas tão somente umas cinco das 20 pessoas com as que me {cruzo} me respondem. ¿Que acontece? Pode que alguns, ao não conhecer-me muito, não se fiem de mim; se calhar a outros não lhes {caigo} bem; mas acredito/acho que a culpa de tudo a tem a perda de modales. É possível que nos tenhamos acostumado ao mau exemplar que dão alguns personagens públicos, que comportam-se de forma grosseira e {zafia}. Poderia ser uma boa ideia criar uma cadeira sobre/em relação a comportamento e educação para que as novas gerações aprendam a valorizar o que outros deixaram de lado.

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