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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 20 de septembro de 2017

A Extremadura que sono/sonho

JUAN JOSÉ Ventura Fernández
05/09/2017

 

O Dia da Extremadura se aproxima. É uma jornada de celebração, mas sobretudo de reivindicação do que somos e do que nos gostaria ser. Eu sono/sonho uma Extremadura que caminha junta, sem exceções, para conseguir suas objetivos/metas. Uma região, naturalmente, com comboio, com um caminho de ferro igual de digno que o resto do território nacional. Mas que esse árvore não nos deixe ver o floresta de carências que ainda temos. Porque pedimos um comboio digno quando a estrada que une Cáceres e Badajoz deixa muito que desejar e isso sim que está em nossas mãos. Sono/sonho uma Extremadura livre cujas procuras sejam ouvidas e executadas em Madrid, que não está em Moscú, mas a duas horas em carro. Gostaria uma Extremadura que não dependesse de {lobis} para fazer realidade seus sonhos.

Quisesse uma região na qual montar um negócio não seja uma corrida/curso de obstáculos na qual o empreendedor tenha que abandonar por asco. Desejo uma Extremadura sem desemprego, na qual trabalhamos/trabalhámos não seja uma lotaria, uma utopia ou algo que se consegue dando {palmadas} nas costas a alguém. Gostaria uma região na qual todos estivéssemos de acordo no básico, e partindo desde aí construir o futuro. Gostaria viver numa região na qual o subsídio não seja a única maneira de sair adiante, na qual o empreendedor seja valorizado e apreciado, na qual os empresários possam criar riqueza e os trabalhadores ajudar a gerá-la em condições dignas.

Sono/sonho uma região na qual a cultura seja um dos seus motores e o criador esteja considerado como um gerador de abundância. Gostaria uma região sem diferenças entre províncias. Sono/sonho com uma região que seja exemplo de igualdade entre homens e mulheres, sem {tics} machistas. Quisesse um território onde sua natureza esteja preservada sem que isso suponha um {menoscabo} do colonato industrial. Quisesse uma região que não seja um simples {reservorio} de votos, que quando dê o murro na mesa seja ouvida com o mesmo respeito que o resto. Provérbio: Setembro a fim de mês o calor volta outra vez.

* Jornalista

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