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{Epónimo}

 

FERNANDO Ayala Vicente
16/02/2020

Resulta que, em muitas ocasiões, {reconocemos} determinadas ações associadas a uma pessoa, um acontecimento ou um acontecimento singular. É o que se vem a denominar {epónimo}.

No caso da Extremadura, é certo que essas relações costumam ser muito habituais com numerosos pontos comuns como são: o mundo e o ambiente cultural, o meio ambiente e nossas enormes possibilidades comparadas com outras comunidades e outras, se calhar menos apreciadas nas últimas décadas, como os avanços na inovação educativa conetadas com tudo o percurso/percorrido que se fez nos governos de Juan Carlos Rodríguez Ibarra. Foi o que naqueles momentos se conheceu como a Sociedade da Informação, a aposta em o {software} livre ou pelas Novas Tecnologias aplicadas à realidade mais imediata e a boa parte dos serviços públicos.

Daí vem o reconhecimento a um estreitamente que é preciso resenhar sua lentidão para fazê-lo assuntível.

Se bem vivemos em ambientes dinâmicos, no que tudo muda a uma velocidade vertiginosa, não é menos certo que os historiadores, quando queremos analisar os avanços estruturais nas modificações ou hábitos sociais, necessitamos troços temporários ou espaços cronológicos largos. Daí deriva seu verdadeiro valor. Quando somos capazes de compreender que temos de enganar-se para acertar. Que temos de cair e voltar a levantar-te para avançar/adiantar. Que, apesar da humildade, em regiões periféricas como a nossa, podemos ser a ensina na qual se refletem outros, supostamente mais avançados.

Sempre {recordaré}, a modo de curiosidade, como companheiros/colegas doutras comunidades questionavam nossas possibilidades para fazer a transformação que se realizou na região, tanto/golo em infraestruturas educativas como no equipamento das salas de aula. Outras estavam cheias de dívidas ou se tinham gastado seus recursos em financiar televisões. Aqui se decidiu potenciar a educação no sentido de um bem do qual pudessem dispor todos os alunos, à margem dos recursos económicos dos que dispusessem os seus pais.

Hoy possivelmente nos {afrontemos} a outros reptos/objetivos. Por isso, se calhar num futuro próximo, os historiadores queiram fazer suas investigações sobre/em relação a a realidade duma economia verde e circular num mundo no qual as alterações climáticas transtorna todas as previsões. Se calhar seja o momento de que o novo reflexo seja o decidido empurre até as energias alternativas. Se calhar, outra vez mais, seja o momento da educação em valores. Esta vez ambientais. Estamos a tempo de fazer história.

*Historiador e deputado do PSOE.