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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Enervar

FERNANDO Ayala Vicente
08/03/2020

 

Por questões de estreitamente me chão rodear de pessoas que fala muito. {Discutimos}, {opinamos}, {discrepamos}... Em ocasiões, {coincidimos}, e tudo se reduz a aumentar e reforçar argumentos.

Mas outras vezes, o tom se eleva, alguns se põem nervosos, se crispam... e o que é pior, encenam com extraordinário excesso o estar fora de si.

Não costuma ser muito popular o tom moderado. Os ambientes impulsionam à provocação. O «{dales} cana» parece ser a justificação de um êxito assegurado.

No entanto, na hora da verdade, o que fica, o que se valoriza, o que transcende, é o ter razão. Ou razões.

Saber ceder. Saber retificar. Saber reconhecer que te podes enganar. Do mesmo modo, temos de estender a aceitar que os avanços, dificilmente se produzem após um processo individual. Som o fruto de esforços partilhados e valha a redundância coletivos.

Um conhecido me dizia uma amanhã que os autênticos líderes se rodeavam dos melhores, com o objetivo de poder/conseguir converter-se um dia num deles.

Subida aceitar esta {aseveración}, se damos uma volta a muitos dos equipas. É habitual pensar que ao que «manda» não se lhe {rechista}. Que mais vale passar despercebido. Que as críticas provocam rugosidades e desencontros.

Temos uma cultura onde aceitar que te podem corrigir não é positivo. Certo é que também não tem patente de veracidade aquele que presume de ser um «{pepito} {grillo}». De provocar por fazer ostentação da diferença.

O difícil é apurar se as propostas se fazem com afã construtivo. Se se fazem para debilitar. Ou se pelo contrário, realizam-se, mas perdem sua eficácia ao não ser aceitadas, pela simples evidencia de que não contribuem a melhorar o estado da questão.

Voltando ao tema de origem, há pessoas que enervam com o único propósito de fazer-se notar. {Hagámosles} invisíveis. *Historiador e deputado do PSOE.

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