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O emprego em Espanha, em queda/redução

 

29/07/2020

Nunca, desde que se tem registo, nem sequer no ponto mais crítico da crise de 2008, se tinha destruído tanto/golo emprego em Espanha como no segundo trimestre deste ano. Mais de um milhão de empregos, segundo a sondagem de população ativa (EPA), perdidos em só/sozinho três meses, que coincidiram com o estado de alarma e o confinamento pelo coronavirus (na Extremadura, 4.500 empregos destruídos se bem sobe os inativos a mais de 19.000). As cifras, nefastas, já vinham antecipadas pelos maus dados do primeiro trimestre. A titubeante época turística, torpedeada com as recomendações de países como o Reino Unido, França ou Alemanha a seus cidadãos de não viajar a destinos espanhóis, semeiam de dúvidas o futuro do mercado laboral em toda A Espanha.

O descalabro pelas cancelamentos de viajantes evidenciam a excessiva dependência do turismo de sol e praia, um desequilíbrio que terá a oportunidade de corrigir-se se os fundos de recuperação da UE se destinam a um modelo produtivo mais eficiente. Mas este é um repto/objetivo de longo prazo, enquanto a abrupta perda de empregos deste segundo trimestre obriga a atuações imediatas, em forma de ajudas públicas.

A aprovação do decreto lei dos processos de regulação de emprego ({ertes}) por força maior/velho derivada do {covid}-19 conseguiram amortecer o queda -apesar dos problemas para receber a prestação-, já que foram uma alternativa ao despedimento de milhões de trabalhadores.

Segundo o INE, no pior momento da pandemia 3,4 milhões de pessoas estiveram sujeitos a um {erte}. Embora a paulatina volta à atividade tem devolvido a seus postos de trabalho a muitos destes, as incertezas (sobretudo em hotelaria e restauração) fazem prever que os {ertes} continuarão a ser chaves para a sobrevivência de empresas e trabalhadores. O diálogo social fez possível no mês passado uma prorrogação do decreto lei até ao 30 de setembro, um prazo que com os últimos {rebrotes} poderia ter que rever-se para não deixar no abismo a centenas de milhares de famílias. Em qualquer caso, o acordo entre Governo, patronal e sindicatos sobre/em relação a os {ertes} som o exemplo a seguir/continuar para enfrentar a atual crise.

A recuperação exigirá esforços por parte de todos, trabalhadores, empresários e políticos, e a cintura necessária para negociar uma solução aceitável para todas as partes.