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Egoísmo social

 

Ana Ramírez
29/07/2020

É impressionante ver o preocupada que está a sociedade pela pessoas maior/velho. Tanta preocupação sinceramente me surpreende muito. Antes ¿ninguém sabia o estado lamentável de muitas residências? ¿Ou que muitas pessoas maior que trabalhou toda sua vida recebiam menos de 700 euros por mês, ou que muitos avós cuidavam aos netos, ou aos doentes? ¿Ninguém estava consciente de que muitos filhos ou netos viviam com eles pela situação de desemprego dos jovens, ou que suas pensões eram uma ajuda económica para a família? Tudo era invisível. Ninguém se dava conta também não da pessoas frágil e com dificuldade para caminhar pelas ruas (entre motas, {bicis}, {patinetes}...) ou para subir e descer do transporte público... Não, ninguém via nada, por isso o temos difícil para modificar o egoísmo social em que vivemos, se só/sozinho uma pandemia nos faz ver uma realidade muito habitual.

Nova normalidade

Aceitar a pandemia

David Vega

San Sebastián de los {Reyes} (Madrid)

As pessoas pensa que a nova normalidade significa que tudo está bem, quando na verdade nada está bem. Nova normalidade significa que o {covid}-19 é a nova norma à que devemos ajustar-nos. Temos que aprender a convivir e aceitar esta pandemia. Em nossas mãos está minimizar os efeitos desta normalidade, mantendo a distância social e outras medidas preventivas. Estas som as novas regras do jogo: leva máscara, {lávate} as mãos, {mantén} as distâncias, já não {saludes} nem com beijos nem com abraços, {quédate} mais em casa, sal a espaços abertas, {haz} uma compra semanal, lava tudo o que entra em casa... Para os que ainda não se deram conta, esta é nossa guerra. Com umas diferenças notáveis: não {ves} vir as bombas, não {conoces} ao inimigo e não vai haver {armisticio}. Só/sozinho acabar-se-á com uma vacina ou um medicamento efetivo.

Após a pandemia

Pobreza em Espanha

Jesús d. {Mez}

Gerona

Carinhas apresentava um relatório/informe no qual {encontramos}, como sempre, um retrato fiel da pobreza, nesta ocasião incrementada pelo {covid}. Mas também do capital social que existe em Espanha para responder a uma situação como estamos a viver. A pandemia tem provocado uma diminuição de um terço dos rendimentos em nove de cada dez lares. No âmbito da pobreza, em só/sozinho dois meses Espanha voltou às cifras que provocou a crise de 2008. Há um grupo importante de famílias com 4 membros que vivem com uns rendimentos de menos de 800 euros por mês.

Após a pandemia

Salvar-nos a ciência

{Iulen} {Lizaso}

{Hernani} (Guipúzcoa)

Partindo de que toda a humanidade somos, nalguma medida, responsáveis desta crise {civilizatoria} e existencial, perante qualquer ação-reclamação, seria {sanador} para nossa consciencializa rever-la, para evitar julgar em crude a nossos verdugos, quando se calhar em nossa envergadura, dentro doutra escala de poder/conseguir... somos seu espelho de domínio perante outras criaturas. O que fora administrador do Programa de Nações Unidas para o Desenvolvimento ({PNUD}) {James} {Gustave} {Speht}, já a finais do século passado anunciava que «As maiores/ancianidade ameaças no próximo século não vão a vir das armas, mas da saúde e o ambiente».

Penso que descuidou os matizes, ao referir-se implícitamente às armas convencionais como elementos de guerra e alterações climáticas (aquecimento global), como fator multiplicador de fenómenos climatológicos adversos que se dão em secas, inundações, tsunamis, perda de biodiversidade com a desaparição de espécies e défice alimentar que implica, etc..

Hoy se reafirma no dito faz um quarto de século, mas matiza/precisa ao reconhecer: «Pensei que 30 anos de boa ciência poderiam abordar estes problemas... estava enganado por só/sozinho pensar que os principais problemas ambientais eram a perda de biodiversidade, o colapso do ecossistema e as alterações climáticas. Hoy, os principais problemas ambientais som o egoísmo, a cobiça e a apatia, e para fazer frente a estes reptos/objetivos necessitamos uma transformação cultural e espiritual. E nós, os científicos/cientistas, não sabemos como fazer isso».