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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

A diminui do IVA do cinema


10/09/2017

 

O secretário de Estado de Cultura, Fernando Benzo, anunciou nesta semana numa emissora de rádio a diminui do IVA do cinema de 21% a 10% a partir do próximo ano. Uma medida na linha da que se produziu no passado 31 de Março para os espetáculos ao vivo: teatro, dança, concertos e touradas. Que naquele momento não {abarcara} também ao cinema foi visto pelo sector como um agravo, e mais quando o cinema espanhol se move sempre no {filo} do precipício diante da locomotora que chega desde Hollywood. Por isso temos de receber/acolher a notícia, pendente de confirmação, com um aplauso pelos benefícios que supõe tanto/golo para a indústria como para o espectador.

Apesar de que fontes do ministério apontaram depois que essa diminui é mais «um desejo que uma realidade», cabe supor que um secretário de Estado não fala sem conhecimento de causa. E que essa {puntualización} posterior só/sozinho obedece provavelmente a questões próprias da política, as próprias das negociações dos Orçamentos Gerais de 2018. Esta diminui ao IVA reduzido foi uma das condições que pôs Ciudadanos para dar o seu apoio às contas governamentais.

«As coisas em nossa economia estão indo bem e, portanto, {cumplimos} nossa palavra num primeiro momento com os espetáculos ao vivo», disse Benzo. «Agora chega o momento de seguir/continuar cumprindo nossa palavra com o IVA para o cinema», acrescentou. O certo é que no quadro duma economia com tensões inflacionárias muito baixas, a maioria dos peritos do sector consideram que o corte do IVA seria compensado facilmente pelo aumento dos espectadores. Neste sentido, a recuperação económica deveria facilitar uma diminui de impostos para um sector que deverá manter um ritmo de crescimento claro nos próximos anos, tanto/golo no êxito das produções como em rendimentos por bilheteira.

O corte do IVA do cinema poderia entrar em vigor o próximo 1 de Janeiro. Não se descarta que o mesmo Governo tente mediar para evitar que os preços se mantenham apesar do corte do imposto. A recuperação económica faz quase obrigatório que a exibição de filmes deixe de estar gravada com a taxa impositiva mais alta de toda a zona euro. Apesar da menor arrecadação que possa supor, há outras variáveis, como a criação e manutenção de postos de trabalho, que compensam este apoio a uma indústria cultural.

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