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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 22 de junho de 2018

Dia Mundial da Paz

M. Ángeles Pagés
02/01/2018

 

Hoy (por ontem) {volvemos} a celebrar uma nova edição do Dia Mundial da Paz. Para a edição deste ano, o mote escolhido foi: Migrantes e refugiados: homens e mulheres que procuram a paz. Um repto/objetivo muito atual nos tempos que vivemos. Nos {encontramos} num mundo que ainda padece cenários de violência, violação de direitos humanos e conflitos armados. É evidente que as pessoas que se vêem obrigadas a fugir de seus países de origem têm o desejo de conseguir uma vida melhor para eles e para a sua família. E nós devemos ter em conta e ser conscientes de que têm o mesmo direito que o resto dos humanos de usufruir dos bens da Terra, que é de todos. Resulta aterrador saber que em todo o mundo há 250 milhões de pessoas imigradas –um total de 22 milhões de refugiados–, um fenómeno que não para de crescer e continuará marcando nosso futuro. Como assinala o papa Francisco, se necessitam propostas a favor duma migração segura, arrumada e regulada desde o diálogo e a coordenação. Para conseguir tudo isso, o Papa concreta/concretiza quatro ações que permitam oferecer a paz: acolher, proteger, promover e integrar. Também apoia e alenta a iniciativa das Nações Unidas de conseguir ao longo/comprido de 2018 dois grandes pactos internacionais que estão sobre/em relação a a mesa, um sobre/em relação a migração e outro sobre/em relação a refugiados. Nós não o podemos ver como uma utopia irrealizável; a dignidade humana, a justiça e a paz no mundo são uma necessidade e temos que acreditar/achar que é um objetivo que se pode conseguir. A situação de vulnerabilidade de tantas pessoas não nos pode deixar indiferentes.

NATAL

Vítimas do feitiço consumidor

Alberto Grela

Desempleado

Las fechas navideñas son como los {leños} que crean {lumbre} para convertirse poco después en brasas y luego en cenizas. Os meninos já não são os únicos protagonistas no cenário natalício desde que os adultos se subiram ao carroça da despesa e o consumo. Estas datas se transformam num afã de {materialismo} encoberto, {flagelado} por um agonizante cenário económico. Desde que nossa sociedade contraiu doenças como a avareza, o afã de poder/conseguir, o {materialismo} e a hipocrisia a Natal tornou-se numa festa carente de transparência, baseada unicamente numa apologia do consumismo. Estas pragas não se mitigam com sorrisos fingidos {aliñadas} com uma taça de champanhe na mão, nem com os sermões baratos dos nossos líderes políticos. Porque também em Natal podemos ver imagens em tempo real de um pai sustentando o corpo de seu pequeno filho fugindo da guerra. Enquanto somos vítimas do feitiço consumidor, centenas de meninos estão sendo assassinados e não fazemos nada por evitá-lo. Estas e muitas mais {atrocidades} estão acontecendo num mundo a cada passo mais inumano e sanguinário, {plagado} de guerras nas que não sabemos quem são os bons nem os maus. A hipocrisia é uma praga devastadora e a principal ameaça contra a paz.

SAÚDE CACERENHA

¿Escassez de uvas ou ‘má uva’?

Luis Iglesias

Cáceres

Que los enfermos tengan que compartir las 12 uvas con su acompañante la noche del 31 de diciembre en el hospital {San} Pedro de Alcántara suena a risa. Vale que aos cuidadores não lhes dêem a jantar de {Nochevieja} nem a comida/almoço de Ano Novo (que já me parece pouco/bocado detalhe para aqueles que têm que passar ali muitas horas em datas tão assinaladas), mas o das uvas já soa a {tacañería}. {Ah}, e em cima aos doentes diabéticos lhes oferecem um pacote de doces que põe que são aptos para eles e quando {lees} os ingredientes o primeiro que figura que contém é açúcar. Alguns se têm excedido em seu ‘doçura’ e outros têm tido ‘má uva’.

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