Menú

El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

Dia da Extremadura

CARMEN Martínez Fortún
10/09/2017

 

Hoy quero homenagear ao colégio São José de Villafranca de los Barros, a María Victoria López, diretora de {Medicus} {Mundi} em nossa comunidade, ao {Orfeón} Provincial de Cáceres, a Pepe Extremadura e ao Santa Teresa Club Deportivo de Badajoz, cujo plantel/elenco feminino de futebol compete na Primeira Divisão Nacional. Flamejantes medalhas da Extremadura 2017 que {dignifican} a educação, a ciência, a arte, o desporto e a solidariedade. E também quero destacar como quase simultaneamente enquanto um parlamento festeja e reivindica ao sudoeste, outro ao nordeste espanhol, dividido de modo que envergonha esmaga o respeito às minorias e às formas. E também quero perguntar-me se no recenseamento dos organizadores da próxima consulta ilegal pretendida e ainda não perpetrada em Catalunha, aparecem os seus votantes classificados entre catalães e espanhóis, como no último apuramento de vítimas oferecido pelo Conselheiro de Interior.

O certo é que atualmente mais de 124.000 extremenhos residem em Catalunha. E centrando'ns na cidade dos prodígios, já que é notório que mais do 60% da população catalã é fruto dos fluxos migratórios do século XX relacionados até faz bem pouco/bocado e quase exclusivamente com a existência de Barcelona, de suas excelentes comunicações, entre elas o caminho de ferro e de suas áreas industriais, resulta {clarificador} que a maior parte dos bairros com uma alta taxa de população autóctone se localizam nas zonas da cidade de rendimento média/meia mais elevada.

Nada mais longe de meu ânimo que enfrentar. Mas desde este pequeno cantinho sim quero manifestar o profundo contraste entre um parlamento e uns presidentes da câmara municipal que reivindicam um comboio digno que contribua a unir, e outro parlamento e outros presidentes da câmara municipal que dão a volta à lei, a desobedecem, e {maquinan} com o objetivo final de marginar a aqueles que repetidamente e de muitos modos têm culpado do pecado de ser pobres e atrasados, de roubar-lhes e viver graças a seus impostos.

Não sei você, querido leitor, mas eu me sinto legitimada para acreditar/achar que essa e não outras são as razões do espetáculo.

*Professora.

As notícias mais...