+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

{Desescalando}

 

CARMEN Martínez Fortún
13/05/2020

Entre a esperança e a ansiedade, nos {adentramos} nesta {desescalada} onde tão necessária vai ser a responsabilidade individual como a eficácia da autoridade.

Mal começamos se o prestígio do organismo coordenador está em causa, por isso deve ser por isso pelo que os resignados {desescalantes} {desconocemos} a identidade de aqueles que dirigem nossa rota. Ou mais bem para evitar queixas-crime e denúncias seguras quando tudo passe, lá seja em outono ou quando o bom Deus decida.

É certo que nesta crise há mais peritos quase que candidatos a adoecer, mas seja qual for o motivo do anonimato de aqueles que mais poder/conseguir sobre/em relação a nossas modestas vidas, a sua e a minha têm, querido leitor, nestes momentos, lhes {aseguro} que de todos os abusos que o poder/conseguir está cometendo desde há dois meses em nome da saúde pública, este me parece um dos que mais atenta contra a dignidade do cidadão. E {llámenme} excessiva, mas {créanme} que, se não pudesse em mim agora mesmo mais a necessidade de conservar a acalma, preservar a serenidade e não sucumbir à raiva que só/sozinho conduz à perda do equilíbrio interior, não adotaria este discurso distanciado, irónico e indulgente mas {bramaría} ao modo {jeremíaco} com um pranto incontrolável pela normalidade perdida e esta nova normalidade que permite aos governantes de um estado democrático ocultar a identidade das pessoas que decidem sobre/em relação a seus direitos consagrados não já na Constituição, mas na Declaração Universal dos mesmos.

¿Como vamos a confiar em quem se oculta enquanto decide sobre/em relação a nós? ¿Que pusilanimidade e {envilecimiento} não há nessa atitude {menesterosa}? ¿Onde está o Defensor del Pueblo, a oposição/concurso público, os sindicatos que reagem perante os vaias ao poder/conseguir porque não é momento de exasperar?

Termino, que já é muito {patetismo} tanta interrogação retórica. E me despedimento {desescalando} com a prudência e responsabilidade da que fizemos gala o povo/vila soberano neste já longo/comprido {viacrucis}. Embora o que me peça o corpo em verdade seja gritar-los à cara: ¡que {desescale} sua tia!

*Professora.