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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

{Desabastecimiento} farmacêutico

M. Fdez-Palacios Gordón
12/07/2019

 

A saúde pública tem de ser elemento chave nos sectores estratégicos de qualquer país que se {precie}. Nos últimos anos, o {desabastecimiento} de especialidades farmacêuticas vem sendo habitual, o que, para além de originar situações de ansiedade, agrava consideravelmente a saúde dos doentes. A maioria das vezes, a falta de fornecimento se deve a interesses crematísticos das companhias que consideram que seu margem de benefício é insuficiente para sua desmedida cobiça e, consequentemente, são {indolentes} na hora de programar sua produção. ¡Claro, como as farmacêuticas apenas têm benefícios!

Para resolvê-lo deveria criar-se uma indústria estatal, dependente do Ministério da Saúde, que produzisse genéricos. Com o tempo, se conseguiriam três importantes objetivos/metas: qualidade no {aprovisionamiento}, emprego estável e um importante poupança nesta verba/partida que se poderia dedicar à investigação médica.

{Echen} contas e verão como dá.

SAÚDE

Ao serviço sanitário extremenho

Juan Fernando Ramón Sánchez

Torremayor (Badajoz)

Arthur Schonpenhauer dizia que toda verdade atravessa três etapas, primeiro é ridicularizada, depois encontra uma violenta oposição/concurso público para finalmente ser aceitada. Algo de isto acontece com a saúde extremenha em geral e em particular com o Hospital Universitário de Cáceres. Desde sua abertura andor sofrendo as etapas que tão bem descreveu o filósofo prussiano.

É certo que existem muitas particularidades que poderiam ser melhoráveis na saúde extremenha, que seus profissionais dia-a-dia sofrem em suas carnes dalguma carência que outra, mas {mentiríamos} se não {aceptamos} que temos um sistema sanitário do qual sentir-nos orgulhosos, universal e gratuito, com tudo o que isso implica. Que os profissionais que realizam seu trabalho dia-a-dia no SES têm uma alta qualificação e lutam por esse estado de bem-estar tão ansiado e que as instituições na Extremadura funcionam, que embora tenha que recorrer a algumas sempre se obtém resposta.

Em relação ao Hospital Universitário de Cáceres, serviço que tenho tido que utilizar/empregar por razões que não vêm ao caso, encontrei umas instalações maravilhosas, um pessoal, a risco de repetir-me, extraordinariamente formado. Nada que invejar a outras comunidades autónomas, é hora de ir perdendo os complexos. Por isso e convencido após uma estadia breve mas intensa, gostaria agradecer desde esta janela, que é o Jornal Extremadura, ao serviço de Cirurgia Plasticidade do Hospital Universitário de Cáceres por seu bom fazer, aos profissionais que nos têm atendido pela sua qualidade humana e sensibilidade, não tudo entra na ordenado, ao conselheiro de Saúde no que lhe possa tocar, ao diretor-geral de Assistência Sanitária do SES por responder aos correios eletrónicos em plena sesta, à Defensora dos Usuários do SES por sua implicação na defesa dos direitos dos cidadãos e cidadãs extremenhas. A todos eles também pedirle desculpas se no algum momento da espera, esse temido mau que afeta a todos os sistemas sanitários gratuitos e universais, com minha atitude lhes tenho podido resultar impertinente, e sobretudo animar-los a seguir/continuar lutando pela saúde, um dos pilares básicos da sociedade extremenhas. Agradecido e orgulhoso.

espionagem

Venezuela, um paraiso

Felipe Seara Navarro

Madrid

{Un} fallo informático del espionaje estadounidense ha puesto al descubierto el siniestro plan para {hacernos} creer que el paraíso venezolano es un infierno. Os quatro milhões de emigrantes não são mas uns turistas assim disfarçados, aos que se lhes tem pago umas longas férias no estrangeiro a conta das futuras vendas do petróleo. O mesmo se diz dos manifestantes e agitadores internos. Mesmo o puro {Errejón}, que tinha aproveitado uma oportunidade que não tinha tido desde o da universidade {malagueña}, já reconheceu que os venezuelanos, para além das três refeições, também {meriendan}. O bruto aumento de pessoas com fome registado pela ONU se deve só/sozinho a uma astuciosa campanha de dietas «saudáveis», manipuladas desde o estrangeiro pelos de sempre. O bendito espírito de Chávez aparecido em forma também de pássaro sobre/em relação a seu apóstolo Maduro parece augurar, pois, outro êxito {bimilinerario}, esta vez, que boa falta faz-lhe, a Venezuela.

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