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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 20 de septembro de 2017

O democrata ouve

Miguel Ángel Vilarrodona
11/09/2017

 

O artigo 1.2 da Constituição diz: «A soberanía nacional reside no povo/vila espanhol, do qual {emanan} os poderes do Estado». Eu acredito/acho que os políticos pensam que o povo/vila são só/sozinho eles. Decidem por nós e fazem o que lhes dá a ganha. Acredito/acho que todos os cidadãos de Espanha deveríamos levantar-nos para exigir-lhes que nos deixem opinar sobre/em relação a assuntos que também são da nossa incumbência.

O artigo 92.1 da Constituição diz: «As decisões políticas de especial transcendência poderão ser submetidas a referendo consultivo de todos os cidadãos». E eu proponho que lhes {exijamos} que o tenham em conta e o levem à prática. E, se seguem/continuam ignorando'ns, não vamos a votar nas próximas eleições.

Por isso, para além de permitir um referendo sobre/em relação a a independência de Catalunha, {considero} que deveríamos exigir que convoquem um para que os espanhóis votem se querem seguir/continuar mantendo uma Câmara inútil como o Senado e outra instituição inútil como a Monarquía, que nos custam sendas fortunas.

INDEPENDENTISMO

¿E se não gosto o frango?

Branca {Gotor}

Barcelona

Hace uns dias, no programa de Jordi González Mad {in} Spain se debateu desde muitos pontos de vista o {temazo} do mês: o referendo do 1-O.

O assunto dava para encher 27 programas mais, considerando além disso que o apresentador ia dando-lhe forma de Nora e cada vez parece sentir-se mais a gosto com o formato e com ele mesmo. Observações à parte, e voltando ao tema que nos ocupa, quero dizer que após ouvir a esses peritos em política (Encostadas, García Albiol, Jordi Sànchez, {Turull}...), eu me {quedo} com uma frase do senhor {Iceta}, que apresentou uma reflexão sobre/em relação a uma terceira via de forma muito {acertada}, pois se limitou a dizer: «¿Aqui só/sozinho há coxa ou {pechuga}? ¿E se não gosto o frango?»

Feita a reflexão não tardaram demasiado em riscarlo de {derechón} e fascista, {apelativos} que levam-se muito desde há uma época quando não {opinas} como alguns desejam. E isso que a mim, ao contrário que ao senhor {Iceta}, sim que gosto o frango, mas o que não gosta absolutamente nada são os cozinheiros que o guisam. Os da península (porque não se {atrevo} a dizer Espanha) são péssimos, e quando digo péssimos é que o frango se indigesta com só/sozinho cheirá-lo. Mas com os catalães me passa o mesmo. Nossos representantes do referendo têm o mesmo {tufillo}, me parecem uns senhores alheios e distantes. À maioria deles só/sozinho os conhecem em seu povo/vila e, sem ter-se movido nem meio palmo pelos arredores de «a esquecido e ignorado» Catalunha, pretendem reivindicar uns direitos que talvez em mãos de outros cozinheiros, a mim me resultariam críveis, mas a cargo destes senhores, ao frango lhe sobram especiarias e lhe falta substância.

1-O por imposição

{Enric} {Cardona}

{Gerona}

Gostaria que alguém me explicasse quais são as razões pelas quais os que estão a favor da independência se atribuem o direito de desprezar e utilizar/empregar {peyorativamente} o qualificativo de {españolista} a tudo aquele que é contrário a seus pensamentos. Um pode ser {españolista} ou não, um pode ter uns fortes sentimentos catalanistas e não ser independentista, um pode pensar como queira... mas eles decidiram marcar a quem não pensa do mesmo modo. ¿Querem criar uma raça pura catalã?

Os auto-proclamados pais da futura pátria catalã se têm tirado a máscara e não têm nenhum pudor na hora de atacar a todos os que não pensam do mesmo modo que eles. Sem vergonha manifestaram que se celebra-se o referendo, com um só/sozinho voto de diferença proclamarão a independência.

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