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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 5 de dezembro de 2019

Una década sem Michael Jackson

JUAN JOSÉ Ventura Fernández
13/08/2019

 

Acaba de {cumplirse} há/faz pouco uma década desde que Michael Jackson nos deixou, e após sua morte a caixa de Pandora de sua atividade delituosa abriu-se. O {otrora} ‘rei do pop’ falecia em sua mansão alugada de {Bel} {Air} por uma overdose de anestésicos fornecida por seu médico pessoal, incapaz de dizer que não aos requerimentos do artista e mais pendente do {maná} de dinheiro que {brotaba} que de cuidar sua saúde. Depois chegou o juízo e a pena ao médico.

Toda o trabalho {filantrópica} e humanitária de Michael ficava ensombrada pelo que tinha sido uma suspeita: o artista era um predador sexual e suas vítimas eram menores.

Estes dez anos parecem ter passado depressa desde que {leí} um gabinete urgentíssimo de agência contando sua inesperada morte. Foi uma década na qual o criador passou de herói a vilão, chegando's mesmo a proibir sua música. Sempre precoce, sempre brilhante, sempre à última em composição, danças e tecnologia. Graças a ele e a seu ‘{Thriller}’ a indústria do disco descobriu o videoclipe como forma de difundir canções. E Michael Jackson nunca foi condenado por seus abusos. Seu enorme dinheiro tapou bocas de famílias e meninos afetados. Este duvidoso assunto voltou à atualidade com o documentário ‘{Leaving} {Neverland}’, onde dois dos afetados, agora adultos, narravam os abusos aos que foram submetidos.

¿Devemos cindir a pessoa do artista? ¿Devemos condenar sua música ao {ostracismo} pela {repulsión} que nos causa o pedófilo? Às vezes me encontro nessa difícil situação e acredito/acho que não deve atirar-se pela {borda} uma corrida/curso tão bem-sucedida e originalíssima, com 15 prémios Grammy a suas costas. Ele converteu a música ‘negra’ numa música para todos. Como dançarino inventou o ‘{moonwalk}’, que apareceu pela primeira vez no vídeo de ‘{Billie} {Jean}’. Um génio indiscutível sobre/em relação a o cenário. É uma lástima que como pessoa se convertesse no pior que possa imaginar: um arrebatador de infâncias.

* Jornalista.

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