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{Covidfabetos}

 

{Covidfabetos} -

CHARO Izquierdo
17/05/2020

Ainda {guardo} espantada em meu cérebro -ignoro se na {amígdala}, o hipocampo ou o {neocórtex}, e me dá o mesmo- as imagens dos painéis de papelão {corrugado} com os que meninas e meninos de um colégio {taiwanés} se protegiam do {covid}-19 na sala de aula. Na ilha não têm suspendido as turmas durante a pandemia;{ignorosu} possível relação com a profissão de seu Vice-presidente, {Chen} {Chien}-{jen}, {epidemiólogo}. Também não esqueço um vídeo de escolares chineses acedendo ao colégio nos primeiros dias de Maio: controlos de temperatura (também à saída)e {dispensadores} de laje desinfetante com máquinas adaptadas à iconografia infantil. E naturalmente com máscaras.No país onde aparentemente se desatou o pesadelo fecharam as escolas, mas se têm reaberto, começando para os maiores/ancianidade, a partir de ensino secundário, e seguindo/continuando {porprimaria} e pré-escolar.

E sim, também têm aberto bares e restaurantes, mesmo com restrição de lotação.

Aqui também há bares e terraços abertos. Aqui em Espanha, digo. Essa metade de país que passou à fase 1 permite que se ocupem terraços ao ar livre com redução de lotação e medidas de segurança…, {ay} esse aperitivo. Desde/a partir de meu terraço, a de minha casa, que eu estou em fase zero, tenho visto grupos de meninos com as suas mães, pais, cuidadoras e cuidadores jogando, entre eles. Conheço famílias que saem a uma hora concreta/concretiza, para chegar a um lugar concreto onde seus rebentos encontram-se com os e as doutras famílias concretas. Já, já sei que começei falando de colégios. Mas aqui, em fase um os centros educativos só/sozinho abrem para sua desinfeção, como se isso não tivesse podido fazer-se na zero. Já, pensarão, já chegará a fase dois. Com efeito, mas quando assim seja só/sozinho se porão em marcha os centros para menores de seis anos (educação pre-escolar) cujos pais devam ir a o seu posto de trabalho, e além disso o acreditem, e isso não acontecerá até ao 25 de Maio, no melhor dos casos. E vale que as famílias com esses menores a seu cargo estarão prestes a que se lhes dê a volta a cabeça como à menina do {exorcista}, e vale que tenham que trabalhar (que o {covid}-19 se levou pela frente/por diante entre outras coisas a conciliação), mas as escolas som mais que o refúgio dos miniguerreiros. E depois temos de pensar nos outros soldados de entre 6 e 14 anos, mais de três milhões que também não estão para o só/sozinho em casa...

Os governos autonómicos decidirão sobre/em relação a a adaptação {curricular},as avaliações e seu desenvolvimento, quase caso por caso, tendo em conta o rendimento dos primeiros meses de curso, antes da desastre. Não terá um aprovado geral como em Itália. {Seguiremos} com as turmas on line. Chegará o final de curso entre meados e finais de Junho e é muito possível que o {curos} se conheça como o do ano que {aprobamos} perigosamente. Não serei eu uma mais é essa escalada de críticas e juízos, como se soubesse algo, quando como a maioria não sei nada. Para tomar decisões já estão os peritos, e eu não sou essa. E nem sequer os peritos se põem de acordo em torno de o que poderíamos chamar os perigos do pátio ou o que é o mesmo a capacidade dos menores para contagiar de modo silencioso.

Mas como dizem os ingleses, {facts}, factos/feitos. Em França, a volta ao {cole} se produz a partir do 12 de Maio, com a ideia do presidente de que qualquer menino que necessite voltar ao colégio encontre um aberto. E por certo, alguns o estiveram durante o confinamento para acolher a filhos de pessoal essencial durante a crise, como os sanitários ou os polícias. Será uma volta voluntária, progressiva e {regionalizada}, pondo o acento no ensino primária para “limitar a desconexão escolaridade e elevar o nível do país”, em palavras de seu ministro de Educação, {Jean}-Michel Blanquer. Em Alemanha, alguns colégios já têm aberto, mantendo a distância social, com restrições de assistência e a partir da ensino secundário (mais ou menos os 12 anos). Aqui, em média/meia Espanha, já se enchem as terraços, medidas sociais mediante, e a partir do 25 de Maio se poderá consumir sentados em bares, isso sim com um 30% de lotação… Sim, sim, tenho escrito/documento bares, não colégios. Poderia dizer aquilo de “não farei mais perguntas, senhoria”. E não, não as farei. {Afirmaré}. Este sempre foi um país de bares.

*Jornalista