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Coisas que a ninguém lhe importam

 

CARMEN Martínez-Fortún
16/02/2020

Coisas que a ninguém lhe importam, ponhamos Venezuela, disse em sede do PSOE a súper ministra Careca e por detrás se ouviram as risinhos complacentes do auditório bola. E o mau não é só/sozinho que o diga, que o é, mas pretenda converter em obrigação o que só/sozinho é uma possibilidade. A ministra pretende decidir que a ninguém devem importar-lhe as quarenta malas que a senhora {Delcy} se trouxe de Venezuela e acabaram em sua embaixada, que isso é só/sozinho bisbilhotice vil pois é tudo do mais normal/simples e procurar-lhe irregularidades a que uma dama cuja bilhete está proibida na UE aterre em Barajas e se entreviste já não se sabe quantas vezes com um ministro escuro que nem sequer é o de Exteriores, é procurar de modo irresponsável a confrontação e isso, em palavras de Careca, é o que faz sempre a direita. O mau para ela é que sim importa esclarecer o estranho comportamento do governo espanhol porque este tem o dever de ser transparente. O mau para nós é que se neguem a cumprir com esse dever.

A prova é que a esta dissertação se paga também a prestigiosa e antanho amável ministra de Exteriores, {regañona} agora com os jornalistas quando lhe perguntam essas {memeces} de como é possível que Guaidó seja ao mesmo tempo presidente encarregado e chefe da oposição/concurso público. Que é que são uns pesados estes curiosos, entretidos na postura de um país democrático que em cima é o nosso, com outro, irmão, com o que guarda um vínculo especial e essas {naderías} de se ali se respeitam ou não os direitos humanos e se {aporrea} no aeroporto ao encarregado ou o que seja nada mais aterrar, que que {pesadez}.

O que verdadeiramente deve importar é o franquismo, embora seja para proibi-lo, que isso sim que tem à pessoas loucas. Importante é também o {IBI} da Igreja, a derrogação da justiça militar, os pais e mães machistas contra os que lutará sempre o governo progressista e a defesa de todos os coletivos que sofrem pela {grandísima} culpa da direita. De todos salvo do povo/vila venezuelano. Bom, e os terratenentes retrógrados. H*Professora.