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O chefe dos Polícia catalã se sinta/senta no banco

 

24/01/2020

A segunda parte do juízo do ‘{procés}’ se joga na Audiencia Nacional e sinta/senta no banco à cúpula policial e política de Interior em outono de 2017: o maior/velho Josep Lluís Trapero, a intendente Teresa Laplana, o ex-diretor da polícia autonómica {Pere} Costumar e o exsecretário da Conselheria de Interior {Cèsar} {Puig}. Nos dois primeiros dias de juízo, Trapero foi o protagonista de um minucioso interrogatório por parte da procuradoria relativamente a seu papel o 20 de setembro de 2017 diante da Conselheria de Economia e nos dias anteriores e posteriores a 1 de Outubro.

O juiz instrutor decidiu separar estas dois causas, e esta decisão causou que o juízo à cúpula dos Polícia catalã celebre-se después do processo aos membros do Governo catalão no Tribunal Supremo. A três dos processados na Audiencia Nacional se lhes pede onze anos de cadeia por rebelião quando na sua sentença o Tribunal Supremo disse que não teve rebelião mas {sedición}.

No interrogatório a Trapero, tal como aconteceu no juízo do Supremo e como provavelmente acontecerá em todo o processo na Audiencia Nacional, o nó górdio é o facto/feito de que o mesmo Governo catalão que organizou o referendo controlava à polícia autonómica que devia evitá-lo. Este situação insustentável deu lugar a irresponsáveis declarações políticas (que baixo/sob/debaixo de uma determinada interpretação penal dão pé a um relato da procuradoria muito duro) e a que todas as ações da polícia autonómica fossem analisadas com lupa. No outono de 2017, se as estudava baixo/sob/debaixo de um prisma político, e hoy, baixo/sob/debaixo de um prisma judicial.

Trapero, herói popular do independentismo após os atentados jihadistas em Barcelona e {Cambrils}, declarou na Audiencia Nacional que a via unilateral foi uma «barbaridade». Como já fez no Tribunal Supremo, procura uma defesa estritamente técnica de o seu trabalho policial e se desmarca das decisões políticas. A apropriação política dos Polícia catalã (que se devem a todos os cidadãos, não só/sozinho os independentistas) tem consequências {indeseadas} para o corpo e, no processo de {judicialización} do ‘{procés}’, pode ter duros efeitos penais.