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Casado e seu ‘{dress} {code}’

 

GEMMA Robles
16/02/2020

As horas que decorrerão desde/a partir de agora até amanhã segunda-feira serão intensas para Pablo Casado. Ao líder da oposição/concurso público lhe tocará, sem dúvida, dedicar o fim-de-semana a ouvir a seus cargos e assessores para preparar seu iminente cita/marcação/encontro com o presidente do Governo, Pedro Sánchez. Não é simples. Deve resolver seu grande dilema sobre/em relação a a que {dress} {code} político se encomenda: ¿trouxe de homem de Estado com aspirações ou giro guerrilheiro para defender suas terras frente a Vox?

Para começar, o líder da oposição/concurso público tem de sentar-se frente-a-frente com aquele ao que, não faz tanto/golo, ameaçou com levar aos tribunais se não usava a mão dura com {Quim} Torra, a quem considera incapacitado em firme/assine, apesar de estar pendente o pronunciamento final do Supremo. Casado avisou a Sánchez, no debate de investidura, de que lhe obsequiaria com uma queixa-crime por prevaricação se não atuava para pôr travão a quem já não reconhece como ‘{president}’. Por enquanto esse {regalito} judicial não chegou porque o PP preferiu apontar nos tribunais contra Torra, a quem denunciam por ter usurpado o cargo que ocupa (algo que gosta aos seus e certamente a parte dos laranjas e a Vox). Isso sim, quando se lhes pergunta aos populares se, por coerência, deixarão de apresentar-se às próximas eleições catalãs, cujo decreto de convocatória assinará, no seu entender, um «usurpador», respondem que naturalmente. Que essas eleições sim serão legais. Que coisas.

Com uma dificuldade manifesta, à vista do ouvido ultimamente, para entender-se sobre/em relação a Catalunha -a mesa de negociação ou a reforma da {sedición} sairá seguro na conversa em Moncloa-, Sánchez pretende sondar ao chefe do PP para saber se, pelo menos, está disposto a chegar a pactos em questões como a reforma das pensões, do modelo de financiamento ou a renovação de órgãos constitucionais como o Conselho Geral do Poder Judicial (CGPJ), RTVE ou o Defensor del Pueblo. Se verá. Dependerá do trouxe que leve posto à Moncloa. E de se lhe importa mais sua imagem ou a de seus adversários na destra. *Jornalista.