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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 23 de novembro de 2017

O botellón ilegal em Badajoz

Rodolfo Rodríguez Manso
14/09/2017

 

{Aplaudo} a decisão de intensificar o controlo dos botellones ilegais em Badajoz, mas o que me espanta é que tenha botellones legais.

Sempre pensei que o consumo de álcool na rua estava proibido, mas devo estar confundido porque a Câmara Municipal De Badajoz tem habilitado/tesoureiro um espaço (na zona de Caia) para que os rapazes celebrem suas festas alcoólicas sem incomodar aos vizinhos/moradores e, além disso, até um autocarro municipal lhes leva e lhes traz.

Não vou criticar a medida porque acredito/acho na boa vontade municipal e em a sua intenção de evitar {males} maiores/ancianidade, tanto/golo para os protagonistas como para os cidadãos, mas me subida entender a permissividade que a sociedade aplica a alguns comportamentos da juventude.

Isto me recorda à iniciativa de um sisudo mandatário extremenho, que teve a grande ideia de habilitar espaços para que os jovens {practicaran} sexo. De facto, aquelas proposta, que não chegou a nenhuma parte, mas serviu de {chanza}, se denominou popularmente {polvometro}.

O PRESIDENTE DE {RENFE}

O comboio na Extremadura

Begoña Fernández

Almendralejo

Las declarações do presidente de {Renfe}, Juan Alfaro, sobre a situação de transporte ferroviário por Extremadura têm provocado em mim uma pequena satisfação: saber que, para além de estar consciente de a precariedade, tem vivido em suas carnes o suplício de viajar nesses comboios incómodos, lentos e sem serviços mínimos.

Na segunda-feira visitou Mérida e reconheceu, após sua viagem em comboio, o insuportável do trajeto.

O reconhecimento não serve de nada, mas, pelo menos, alivia que aqueles que têm a solução comecem a entender-nos e a viverlo.

SOBRE/EM RELAÇÃO A O REFERENDO

Uma pergunta a

Pablo Iglesias

Antonio Bertrán Buendía

{Madrid}

{Desearía} hacerle una pregunta a Pablo Iglesias: Essas voltas e revoltas, essas médias palavras a estas alturas, essa brincadeira de mau gosto sobre/em relação a o que significa a palavra soberanía aplicada a Catalunha, esse apoiar uma mobilização, mas não o votar a um referendo objeto de dita manifestação, esse não distinguir entre um referendo com liberdade real de expressão prévia e limites de participação sensata e um referendo tipo franquista, verdadeiramente, senhor Iglesias ¿não lhe dá vergonha?

E O REFERENDO

Onde fica a reciprocidade

Alejandro Prieto Orviz

Gijón

Resulta espantosa a normalidade com a que se chegam a contemplar e pôr em prática atuações que decorrem em sentido oposto à equidade e o sentido comum. Uma vez efetuada a reserva online para quatro noites num apartamento localizado num município da costa {malagueña}, chega o momento de contactar fisicamente com os responsáveis do aluguer na zona de destino para recolher as chaves e pagar o montante pendente mais o pagamento em metálico duma fiança dissuasiva de 350 euros pelos estragos que pudessem ocasionar-se e a pessoa que representa à empresa nos comunica que o dinheiro da fiança devia ser entregue sem documentação nem inventário algum de por meio, sendo devolvido num prazo de entre 5 e 15 dias depois de/após abandonar o alojamento mediante transferência bancária, uma vez a pessoa encarregada da limpeza {comprobara} o bom estado da propriedade e bens existentes ao entrar na habitação. ¿Onde fica o sentido da reciprocidade entre as partes? Se bem no fim acabou reinando a sensatez, o trânsito até esta não será recordado como um dos mais agradáveis da vida.

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