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Aviação e turismo, sectores chave

 

12/05/2020

De maneira muito lenta vamos experimentado nalgumas zonas de Espanha e de Europa o que será essa nova normalidade. Maior/velho distância social, comércios e serviços com cita/marcação/encontro prévia. Posteriormente, menor lotação. A velha normalidade, um horizonte distante. Passamos da hibernação à experimentação. E ainda ficam muitas franjas por fechar. O impacto do {covid}-19 no turismo é simplesmente brutal. Espanha vai-se a {resentir} muito. Muitos estabelecimentos turísticos não vão a começar a época e os que o façam fá-lo-ão a meio gás. Um sector chave para a economia do país só/sozinho poderá confiar no turismo interior, sempre que se cumpra o calendário da {desescalada} e a capacidade aquisitiva não se {resienta} ainda mais. Mas a recuperação do turismo internacional será impossível enquanto não se volte a reativar o transporte aéreo, no qual se acumulam os problemas e subida ver a maneira de resolvê-los.

O tráfego aéreo tem caído um 95% em Espanha desde/a partir de a declaração do estado de alarma. Mais de 900.000 empregos estão ameaçados e algumas companhias ao borda do concurso de credores. O navio insígnia da globalização, o transporte aéreo acessível, acelerou, como é lógico, a expansão da pandemia. Não há um protocolo claro para evitá-lo nem para preservar a saúde dos passageiros. As companhias evitam as medidas drásticas nos poucos voos que realizam para manter uma mínima rentabilidade. O impacto da pandemia na aviação diminui 55.000 milhões no PIB, quase o 5%. É evidente que não terá recuperação da economia enquanto não volte a aviação. Mas enquanto não tenha garantias sanitárias será difícil levantar os fechos de fronteiras, especialmente quando o grau/curso universitário de controlo da pandemia país por país é {asimétrico}. A UE trata de apaziguar este incêndio, mas não o tem nada fácil.

Urge um plano específico de apoio ao sector aéreo como base desse plano mais largo do qual já fala o Governo de apoio ao turismo. Um plano que deve incorporar critérios sanitários mas também outros até há pouco tempo esquecidos como a sustentabilidade laboral e ambiental. As companhias {low} {cost} devem repensar-se, mas também os equipamentos turísticos que se baseiam num exploração intensiva dos recursos naturais sem dar valor acrescentado. O experimento deste ano, doloroso para centenas de milhares de trabalhadores, porá também em evidencia que em momentos críticos a chave é a fidelidade dos clientes, não só/sozinho o preço. Vivemos num mundo de experiências que quando não som positivas, só/sozinho se salvam pelos preços rebentados. Agora recolherão os que têm semeado vínculos estáveis com seus clientes e a ajudas públicas devem premiar também este modelo.