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Assim não o {lograremos}

 

Carlos Javier Grané
28/07/2020

Hoy me tenho cruzado com um homem que ia sem máscara e fumando, e agora {cruzo} os dedos para que o único que tenha entrado em meus pulmões seja o nojento fumo de seu cigarro. Pessoas fumando ou falando pelo telemóvel sem levar máscara enquanto se passeiam de um lado para outro, praias atafulhadas, grupos sentados nas terraços dos bares à volta de pequenas {mesitas}, festas ou {quedadas} como as do {Carmel} e outros pontos da cidade, {aberraciones} como as de Cádiz ou {Logroño} (todos sabiamos que passaria, ¡menos desculpas e mais cessações!), pessoas que passa dos mediadores que lhes pedem que se ponham a máscara, pessoas agredidas por ter {afeado} a alguém que não a levasse, muitas pessoas com a máscara no bolso ou meio posta... O problema não som os cinemas, os restaurantes, as lojas... o problema é as pessoas. Tolerância zero, para todos, a todas horas e em todas partes, se faz falta mobilizando a todos os corpos policiais. ¡E que as multas se paguem! Se as pessoas acredita que não vai ter que pagá-las, ¿de que servem?

PEDRO SÁNCHEZ

Sin respeito não há democracia

{Anselmo} Fernández-Blanco Pérez

Badajoz

Acabo de ler a notícia do {escrache} e os insultos com que um grupo de cidadãos de {Sanlúcar} repreenderam ao Senhor Porta-moedas. A {resultas} de isso teve que abandonar o local onde se encontraba. É inadmissível que aconteçam estes factos/feitos. Se numa democracia não se respeita às pessoas, embora estas achem de forma diferente, mal vamos. Precisamente, uma das raízes da democracia é que um deve respeitar para ser respeitado.

Dito o anterior, também não entendo como tudo um vice-presidente do governo, atreve-se –um dia se, e outro também– a faltar ao respeito a mais de 3.640.000 espanhóis que som os que votaram a Vox (por certo: mais dos que votaram a Podemos, nas últimas eleições legislativas) quando considera que Vox não é um jogo/partido democrático por sua posição em assuntos como saúde, educação, as pensões, a habitação ou o feminismo; ou seja que o verdadeiro democrata, segundo o vice-presidente, é aquele que pensa e atua como ele.

Acreditava que na verdade um verdadeiro democrata é o que aceita e respeita às pessoas com outros modos de ver a vida, tem um humor aberto a dialogar com todos e a aprender de todos, o que estende pontes e não propicia confrontos.

E para terminar, dizer que também não entendo como o Presidente do Governo de Espanha permite que a voz desses 3.640.000 espanhóis fique silenciada. {Transcribo} textualmente umas palavras do Senhor Sánchez no seu discurso de 25 de Abril: «Todos sabemos que {navegamos} na mesma barca e nos manteremos a flutue e {llegaremos} a porto se {remamos} juntos. E perderemos e nos poremos em perigo se nos {golpeamos} com os remos». Pois para ser um estadista de altura, o Senhor Sánchez deveria pôr em prática suas mesmas palavras, compreender que é o Presidente de todos os espanhóis e que a barca necessita aos remadores da esquerda e aos da direita. Sobram os que se querem sair da barca e os que atam os remos dos remadores, sejam de {babor} ou {estribor}. Com todos meus respeitos.

REGULAÇÃO

Final de ciclo agridoce

Marina Avilés

Mollet del Vallès. Barcelona

Cuando faz quatro anos me {inscribí}, duvidosa, na corrida/curso de Publicidade e Relações Públicas jamais me {imaginé} um final de ciclo como este. Faz um mês que estou regulada e minha promoção o celebrou por meio de um ato on line. Nem nomes e apelidos a pé de microfone, nem orlas, nem barretes, nem vestidos longos/compridos. Minha universidade fechou Julho com um programa de regulação de TV e um discurso de {Mònica} {Terribas}. E eu, assimilando ainda este final agridoce, {añado} um argumento mais à {trillada} frase de que o futuro é incerto. Pois até as coisas que pareciam inamovíveis som frágeis quando a saúde de todos está em jogo.