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Me arrebatam a liberdade

 

Susana Mendiluce
30/07/2020

Quando o inimigo invadiu a serenidade de tudo um país, nos {alarmamos} e fielmente nos {confinamos} como pássaros enjaulados. Quando finalmente o Governo nos deu autorização/ licença para abrir nossas {jaulas}, muitos fizeram caso omisso de que o inimigo seguia/continuava existindo entre nós, fazendo desta liberdade um abuso imperdoável. Mas, ¡{ay}!, o ser humano é o único animal que tropeça duas vezes na mesma pedra. O {covid}-19 tornou-se em nosso inimigo potencial, invisível perante nossos olhos. Não há armas biológicas por enquanto para derrotá-lo, mas sim outra: a responsabilidade individual. Muitos acreditam que som invencíveis, que «não vai com eles» por ser jovens, que é um «boato», como em ocasiões tenho ouvido, e que isto passará. Chão estar otimista, mas me {dirijo} a todos aqueles que não têm sensatez, que não pensam em seus maiores/ancianidade e famílias e que acreditam que o que está acontecendo é como um filme de ciência-ficção. A todos vocês que justificam o injustificável, que ignoram que existe um perigo mortal, espero que nenhum familiar se vá para sempre por sua ignorância, por seu egoísmo imperdoável, por pensar que «a mim não me tocará». Quero continuar a viver sem medo e vocês me estão arrebatando esta liberdade.

UM ZERO AO GOVERNO

Sem justiça independente não há liberdade

{Anselmo} Fernández-Blanco Badajoz

Como recolhe/expressa a constituição no {atículo} 1, «Espanha é um Estado de social e democrático de direito»; por isso, como diz o artigo 2, «a soberanía nacional reside no povo/vila espanhol, do qual {emanan} os poderes do Estado». Também sabemos que a forma de garantir que estes dois artigos cumprem-se é que os poderes legislativo, executivo e judicial sejam autónomos/trabalhadores independentes e independentes entre sim; qualidade fundamental que carateriza às democracias representativas como a nossa.

Dito o anterior, «{flipo}», quando tudo um vice-presidente do governo espanhol, apesar da gravidade dos delitos cometidos pelos líderes do 1-O acusados ( nada mais e nada menos que de {sedición}), e perante uma sentença bem fundamentada do tribunal supremo, se declara publicamente a favor dos acusados ao afirmar que a sentença é «uma má notícia» e defende o «acordo/compromisso com a democracia» dos acusados.

Para mim, também é uma má notícia, não desejo mal a ninguém, mas por favor julguem vocês se isto é adequado numa nação democrática.

Em democracia temos de deixar que os juízes façam seu estreitamente, é a garantia de que os governos, cidadãos e instituições não {campen} a seus {anchas} impondo seus critérios.

Ponho um zero ao governo de minha nação por permitir condutas como esta e ¡viva a justiça!, porque sem justiça não há liberdade.

INVESTIGAÇÃO

O ser humano e o nascimento da ciência

Miguel Fernández-Palacios

Madrid

El ser humano, explorando a realidade, trata de decifrar o mundo que o rodeia. Ao interpretá-lo com leis que provam o observado, nasce a ciência. É que a ciência faz avançar/adiantar o mundo porque, quanto mais aprende, mais sabe de sua ignorância e ânsia seguir/continuar investigando. Foi a ciência, e não outra coisa, a que aumentou consideravelmente a esperança de vida, a que permite comunicações instantâneas, a que levou naves de exploração mais além do sistema solar… Perante qualquer repto/objetivo, é a que procura soluções, as encontre ou não; e fora de ela não existe mais que o {atronador} silêncio das trevas. A investigação e a inovação ajudam a transformar à sociedade que, salvo ignorantes, {negacionistas}, fundamentalistas e supersticiosos, valoriza sua relevância. Por isso temos de derrubar o mito de que som os países mais ricos os que mais investem em investigação porque, na verdade, os que mais investem em ciência terminam sendo os mais ricos. Investir hoy em ciência, nos assegura um futuro promissor. {Confíemos} que as promessas neste sentido se cumpram e não se as leve o vento.