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Ao {cole}, ¿para conciliar?

 

RAQUEL Rodríguez Muñoz
16/05/2020

Nalgumas comunidades há pressa porque os estudantes voltem aos centros educativos. Há políticos, como {Ada} {Colau}, que o exigem e outros como o presidente extremenho, Guillermo Fernández Vara, que manifestaram suas dúvidas e a conselheira de Educação extremenha já tem anunciado que os meninos de 0 a 6 anos não voltarão este curso.

Ao passar de fase, parecia urgentíssima uma resposta à volta às salas de aula, mas as cifras som {tozudas} e demonstram que o vírus não passou, que não há imunidade de grupo, já que nem a província de Cáceres nem a de Badajoz chegam a 4% e aumentam os casos de suspeitos e positivos, meninos incluídos.

Conclusão, não é o momento de voltar. Se o que se antepõe, e é o que deve antepor-se, é a saúde, não devem voltar. Porque esta sim que não seria uma volta à normalidade e, para além de sanitariamente, poderia afetar emocionalmente aos meninos mais que a situação atual. As imagens da volta ao {cole} em França som verdadeiramente tristes, com menores no pátio dentro de um círculo de {tiza} do qual não podem sair ou sobre/em relação a uma cruz no chão. Não vejo difícil que as distâncias de segurança pudessem manter-se nas turmas, mas ¿no recreio? E, se se mantivessem, ¿realmente seria benéfico para os meninos, para os adolescentes?

Os meninos querem jogar com os seus companheiros e os adolescentes necessitam a seu grupo, não falar com os seus amigos a dois metros de distância. A decisão da Junta, com exceções para cursos finais de etapa, foi um medida certa.

Assim, emocionalmente não vejo-o vantagens. Além disso, no âmbito educativo, todos estão já mais que acostumados à teleeducação. No caso dos pequenos, se argumentou a necessidade de conciliação dos pais, como se os progenitores de meninos maiores/ancianidade de seis anos não a tivessem. Essa não é a tarefa da educação, nem deveria {serla}, embora tristemente o é em muitos casos. A verdadeira conciliação a deve proporcionar o empregador, desde/a partir de o público, no caso dos funcionários e, desde/a partir de o privado, no resto de empresas. Porque os avós também não deveriam ser a solução e menos agora.

Ficar em casa supõe, é certo, um sobreesforço, tanto/golo para pais, como para professores e alunos e não há melhor educação, em termos globais, que a presencial, mas melhor isso que acabar no hospital com oxigénio ou um tubo para respirar. Que não se esqueça que a saúde é o primeiro. H*Jornalista.