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Os anúncios, uma provocação

 

Magda González
27/07/2020

{Aplaudo} que o Governo espanhol tenha regularizado a publicidade que fazem as empresas de jogos e de apostas no espaço do desporto. Dizem que serão mais restritivos para evitar a jogatina nos jovens. Isto não é suficiente. Nos meios de comunicação, sobretudo na televisão, a todo o momento há anúncios de apostas, de roletas, de póquer e de casinos on line. É uma provocação e não só/sozinho para os jovens. Os {espots} publicitários som muito atrativos: aparecem atores, apresentadores de TV, desportistas de elite, pessoas famosas que se o passa em grande jogando. ¿É que ninguém pensa que isto é uma incitação geral à jogatina? Ter a um ou uma jogador/viciado em casa é um inferno por tudo o que supõe. Lembrança muito bem a uma aluna cuja mãe era jogador/viciado. A menina sempre chegava tarde a turma porque vivia longe e vinha a pé. Eu, inocente, lhe dei dinheiro para que se comprasse um cartão de autocarro. No dia seguinte voltou a chegar tarde, toda chorosa, explicando'm que a sua mãe lhe tinha pegado o dinheiro para jogar. Nessa altura se a {compré} eu, o cartão. Por tudo isso, e em nome de muitas pessoas que pensa como eu, peço que se suprimam totalmente os anúncios de apostas.

PEDRO SÁNCHEZ

¡Ao fim Europa!

Miguel Fernández-Palacios Gordón

Madrid

{A} pesar de las naciones europeas egoístas y sectarias –semiparaísos fiscais que canalizam benefícios empresariais, que tributam muito menos e uma vez branqueados viajam a ilhas caraíbas, causando um imenso buraco {recaudatorio}, estimado nuns 34.000 milhões anuais, ao resto–, que não acreditam no projeto comum e só/sozinho apregoam sua ideologia neoliberal e seu direito a pertencer a um clube que permite o livre-comércio e circulação/trânsito de capitais, a Comissão cumpriu com o que estabelece seu artigo 222 referente à «atuação combina com espírito solidário para emprestar ajuda a outro país que seja vítima duma catástrofe natural ou de origem humana». Assim, por fim, se tem conseguido um acordo satisfatório para conseguir a recuperação dos 27 que deveria significar o renascer duma UE fiel a seus princípios fundadores. E os países que não se somem a esta causa, ou não estejam dispostos a defender os valores recolhidos no Tratado da União, deveriam repensar-se sua manutenção.

TRAJETÓRIA VITAL

Isto é o que há

Luis Cabaneiro

Lugo

Querer encontrar uma explicação à vida a converte numa complicada operação cujo resultado é sempre imperfeito; nessa altura, já sem tempo, sem sala de operações e com o paciente ao borda do colapso, te perguntas: ¿para que, se só/sozinho tratava-se de viver sem complicar-se? Usufruí-la sem necessidade de procurar sentido a tudo, mesmo a dar voltas e voltas numa montanha russa enquanto se nos remexe o estômago para além de usufruir de sensações fortes, passa por aceitar-la como uma experiência irrepetível com um princípio e um final; mesmo assim, o filósofo procurará uma explicação coerente ao que possui a fraqueza da probabilidade; o padre não a procurará porque já a terá encontrado; o trabalhador dedicará mais tempo a procurar sustento que fundamento e o psicólogo, acalmando a quem procura aonde vai sem saber ainda donde vem, analisará se somos atores duma obra ou marionetas de um circo para entreter. Isto é o que há; o que terá não será nossa inteligência quem o descubra, mas o tempo.

pandemia

Quiosques

Luis Jaime

Le Figaró

La mayoría de los chiringuitos de playa han reabierto. Apesar dos danos colaterais da pandemia. É que este país é berço de {resilientes}, que perante as dificuldades se crescem. Porque uma praia sem quiosque é como um deserto sem oásis. Porque, apesar do calor, dos meios de estreitamente e a brevidade da campanha, aí estão nossas bebidas frias e suas paelhas, {pescaditos}... Os primeiros estabelecimentos emergiram entre os anos 60 e os 70, e apesar da antiguidade dalguns, de seu estrutura fraca perante as inclemências do tempo, as crise económicas, as leis de costa e a situação atual, ainda seguem/continuam aí, contra ventos e marés.