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O uso de biocombustível converte ao Colorau da Vera numa {DOP} singular

É um exemplo de elaboração respeitosa com o meio

 

Secadero. Um operário no processo de secado de pimentos. - EL PERIÓDICO

Redacción AA MONOGRÁFICOS
05/06/2020

O Colorau da Vera com Denominação de Origem Protegida é, sem dúvida, um de alimentos de qualidade cuja elaboração está mais intimamente ligada ao respeito ao ambiente. Numa jornada como a que hoy se comemora, o Dia Mundial do Ambiente, o Colorau da Vera se reivindica como produto procedente da agricultura tradicional, que fixa população no meio rural e cujo sistema de secado realiza-se com biocombustível procedente da poda da azinheira e carvalho no ecossistema do montado. A relação com o património e a conservação da natureza do Colorau da Vera DOP é, portanto, muito direta.

No processo de elaboração do ‘Orellana / Orelhana vermelho’ {verato} o secado dos pimentos maduros e {recolectados} se efetua em secaderos tradicionais. Neles se coloca um lar de lenha na parte inferior e a uma altura de 2,50 metros se colocam os pimentos num {emparrillado} de madeira. Precisamente é este secado ao fumo de azinheira o que converte ao Colorau da Vera num produto singular e específico na Europa, para além de ser muito apreciado tanto/golo pela indústria como pelos {gourmets}.

PRODUÇÃO INTEGRADA. O respeito pelo ambiente também é um {leit} {motiv} do cultivo de Colorau da Vera, pois o 90% do mesmo realiza-se por meio de produção integrada, onde há um rigorosos controlo das práticas agrícolas. {Bonifacio} Sánchez, secretário do Conselho Regulador da DOP Colorau da Vera explica que “neste ano é a trigésimo colhe amparada pelo conselho regulador, que conseguiu o {sostenimiento} de um cultivo que ia a desaparecer. Agora se tem revitalizado e temos um produto apreciado no mercado”.

Durante no passado mês de Maio se realizou o transplante de do pimento, que foi algo mais tardio devido às chuvas que se têm prolongado um pouco/bocado mais no tempo. Para isso se emprega a mesma maquinaria que para as plantas de tabaco. A sementeira/semeia realiza-se aproximadamente dois meses depois de/após que permaneça nos {semilleros}. Quando realiza-se o transplante, as plantas encontram-se com 5 ou 6 folhas, levando aproximadamente uns 16 centímetros de altura. Som as primeiras fases do cultivo em campo. Está previsto que se mantenha a mesma superfície que no passado ano, umas 1.300 hectares. Os agricultores têm realizado o cultivo com total normalidade neste ano, salvo pelo chuvoso do mês de Maio, que tem obrigado a atrasar um pouco/bocado o transplante.

Tal como se anunciou na última edição da Feria Internacional do Turismo de Madrid no passado mês de Janeiro, a DOP Colorau da Vera trabalha na atualidade pela promoção da Extremadura rural por meio de eventos gastronómicos e turísticos juntamente com a Associação de Turismo da Vera ({Aturive}) e Associação de Hotéis e Alojamentos Turísticos de Plasencia ({Altup}) “Queremos que os viajantes venham a nosso território a conhecer-nos”, indica {Bonifacio}. Estão preparados três pacotes turísticos que incluem visitas a Plasencia, Monfragüe, Granadilla, rotas em 4x4 , percurso/percorrido pela judiaria de Hervás, visitas pela Reserva da Biosfera de Monfragüe, visitas ao Real Mosteiro de Yuste, caminhada por Monfragüe, uma rota pelas cascatas da zona, bem como visitas às fábricas de colorau, entre outras propostas.