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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

A transformação digital nas administrações públicas já é uma realidade

Junta, assembleias provinciais provinciais e Telefónica Extremadura referendam seu acordo/compromisso com esta revolução que mudará a vida dos cidadãos

Juanjo Ventura AA MONOGRÁFICOS
24/11/2019

 

Quatro peritos em transformação digital analisam sua aplicação regional

L a transformação digital avança. E o faz a passos {agigantados}. Junta de Extremadura, Diputación de Cáceres e Diputación de Badajoz trabalham juntamente com sócios tecnológicos como Telefónica Extremadura para fazer mais fácil a vida do cidadão.

Para aprofundar ainda mais sobre/em relação a este processo que reformula o futuro partindo do presente, O Jornal Extremadura reuniu na quarta-feira passada em sua histórica hemeroteca a quatro peritos na tecnologia que vai a permitir à região competir em igualdade de circuntâncias no mundo globalizado. Ignacio García Peredo, secretário-geral de Administração Digital da Junta de Extremadura; Jaime Gragera, diretor de Área de Transformação Digital e Turismo da Diputación de Badajoz; Agustín Aretio Gómez, chefe de Área de Inovação e Província Digital da Diputación de Cáceres e Guillermo Santamaría, diretor de Telefónica na Extremadura avançaram as chaves da transformação digital no presente e mostram-se otimistas sobre/em relação a o futuro.

A transformação digital se apresenta como uma grande oportunidade para transformar a realidade e melhorar os serviços que usufruem os cidadãos. Muitas carências atuais podem superar-se graças à tecnologia e oferecer oportunidades que eram impensáveis na era analógica. Até há pouco tempo Extremadura competia com o resto de comunidades em inferioridade de condições. Mas isto já não é assim graças à {conectividad} digital, redes que aos poucos se estão optimizando com o trabalho das instituições e de atores como Telefónica Extremadura. Tem começado uma era decisiva e cheia de oportunidades.

Para Guillermo Santamaría, diretor de Telefónica na Extremadura, a transformação digital é um “projeto de {reingeniería} que nos obriga a repensar como se fazem todos os processos de negócio para realizá-los de maneira mais ágil, eficaz e eficiente graças ao emprego de novas tecnologias. Agora temos que repensarlo tudo”. Telefónica tem investido na Extremadura 153 milhões de euros no desdobre de redes ultrarápidas no último lustro. E atualmente investe 60 milhões para fazê-lo em 147 povoações durante neste ano e o próximo.

A transformação digital permite um melhor serviço aos cidadãos, independentemente donde estejam se encontrem. Assim o corrobora Agustín Aretio, chefe de Área de Inovação e Província digital da Diputación de Cáceres, “nós temos realizado avanços na administração eletrónica e estamos bem posicionados”.

MUDANÇA RADICAL. Jaime Gragera, diretor do Área de Transformação Digital e Turismo da Diputación de Badajoz, assegura que a revolução da inteligência artificial e do {Big} Data nos vão a permitir mudanças radicais cada cinco anos “e não podemos chegar tarde a esta revolução”. Além disso, acrescenta que atuam sobre/em relação a o território e por isso “fazemos partícipes das nossas soluções às câmaras municipais, mas a mudança é tão veloz que necessitamos do concurso da empresa privada”.

Guillermo Santamaría explica que para que tenha êxito a transformação digital fazem falta vários fatores. “O primeiro deles é que este liderada desde a cabeça da organização, porque se trata de processos com um calado muito profundo. Outro é que vá acompanhado duma gestão da mudança grande, o que implica mudanças na maneira de trabalhamos/trabalhámos das pessoas, habitualmente resistentes ao mudança. Por último, é chave que tenha boas infraestruturas de comunicação que permitam um correto funcionamento de tudo. Na Extremadura em 2020 {llegaremos} ao 70 por cento em penetração em fibra ótica, o que supõe uma vantagem competitiva enorme para todos que nos permite começar a revolução acima de outros países”.

Agustín Aretio acrescenta que a Diputación de Cáceres levou já a fibra ótica às câmaras municipais da província, e sublinha que a infraestrutura é um aspeto básico em tudo este processo. Em relação, comenta que a despovoamento rural é um dos principais problemas aos que se enfrenta a instituição e que o objetivo “não é povoar com os ofícios tradicionais mas uma pessoa possa desenvolver, graças à tecnologia, um trabalho urbano num ambiente que não o seja”.

Jaime Gragera acrescenta que este projeto de transformação digital deveria estar refletido nos planos estratégicos das instituições. “Em Diputación de Badajoz estamos muito alinhados com os objetivos 2030 de Desenvolvimento Sustentável. Temos de esclarecer que as assembleias provinciais não temos competência regulamento, mas sim {fomentamos} o desdobre de redes, facilitando sua implantação e desdobrando novos serviços”.

Em relação, o secretário-geral de Administração Digital da Junta aponta que não todas as soluções servem para todas as administrações e por isso a colaboração tanto/golo interna como externa com outras administrações públicas e cidadania, no design dos serviços, é uma das pedras {angulares} do processo. “Se necessita uma planificação estratégica neste sentido e com uma gestão da mudança continuada. O primeiro que fizemos é convidar a todas as conselherias para que façam parte dessa planificação porque não estamos a falar de tecnologia, mas de oferecer serviços”.

UNIFICAR SERVIÇOS. Gragera acrescenta que é preciso unificar todos os serviços nos que a tecnologia possa redundar em uma maior eficiência. “Mas transformar não é concentrar-se projetos concretos, mas em todos os âmbitos. Além disso a participação da cidadania é muito importante. Nosso objetivo é criar um Território Inteligente ou {Smart} Província. Temos começado pela eficiência energética e no tratamento de águas residuais”. Em Diputación de Cáceres destaca o plano de ação Destinos Turísticos Inteligentes de Monfragüe e o Valle del Jerte. “As palavras chave deste momento –explica Agustín Aretio- são ‘{alineación}’ e ‘agenda digital’ e isso nos dá uma ideia de que a transformação envolve a todas as administrações. Por exemplo, se podemos chegar a uma gestão inteligente das depuradoras e atuar antes de que uma avaria se produza seria perfeito”.

A Junta de Extremadura quer que a transversalidade seja o {leit} {motif} de tudo o processo. Em relação têm projetos sectoriais (em âmbitos como a saúde e a educação) e outros horizontes. “O objetivo é que tenham impacto na cidadania, a gestão, e a tecnologia. Temos que apresentar-nos outras formas de oferecer serviços e de geri-los. Por exemplo, já há Comunidades Autónomas que estão implantando a tecnologia do ‘{blockchain}’ na contratação do sector público ou a que permite automatizar/precisar respostas às perguntas do cidadão. Para isso fazem falta investimento, colaboração, continuidade e acordo/compromisso”, indica Ignacio García. Também indica que neste processo terá atividades e inclusivamente ofícios que vão ter que transformar-se e igualmente vão a apresentar novos reptos/objetivos como o da proteção de dados e segurança da informação e isso vai ter um impacto na administração.

Agustín Aretio explica que as assembleias provinciais são um ‘pequeno {Big} Data’, pois manejam informação de milhares de processos de tramitação que podem dar muita informação sobre/em relação a o perfil do usuário: “A qualidade do dado é fundamental”, conclui. Outro exemplo desta realidade é que em muitos centros de saúde já se utiliza o {Big} Data para reduzir a {morbilidad} e a mortalidade ou os rendimentos em urgências. Em definitiva, a {digitalización} permite antecipar-se aos problemas e oferecer um melhor serviço ao cidadão e já nenhuma instituição se apresenta atuação alguma sem essa perspectiva.

Jaime Gragera aponta que no futuro Extremadura, avalizada por seus grandes recursos {hídricos} e energéticos sustentáveis, viverá um processo de migração interna graças ao teletrabalho que permite a economia digital. “O digital é uma oportunidade, mas temos de precisar para que. O dado e a inteligência artificial, como se dice-nos desde Europa, nos vão a dar solução a problemas como a saúde, agricultura, transportes… Por isso o dado não temos de interpretá-lo unicamente como dado administrativo”.

O diretor de Telefónica na Extremadura acrescenta que na região há um grande talento, “como se põe a manifesto no Centro de Empreendimento A {Atalaya} que tem aberto em parceria público-privada com a Junta de Extremadura.

Na sua primeira convocatória entraram sete ‘{startups}’ e já há três que comercializam seus serviços, uma delas com um investimento de mais de 2 milhões de euros. Neste espaço de {crowdworking} em Badajoz, os empreendedores extremenhos recebem apoio através de iniciativas de aceleração, investimento e acesso ao mercado. Além disso, a Diputación de Badajoz conta com o centro gerador de ecossistema empreendedor e empresarial na província “{Fiware} {Space}”, no quadro do projeto “{Smart} Província”, do qual resultou adjudicatária Telefónica.

PROJETOS. A Junta de Extremadura está a trabalhar atualmente na renovação do serviço público de informação administrativa de atenção ao cidadão para oferecer uma experiência {omnicanal} em sua relação com a administração. Se pretende centralizar a informação dos serviços e trâmites para reduzir os tempos de resposta, bem como a transformação do portal institucional e os escritórios de atenção ao cidadão, e a implantação do telefone único 012. Além disso Ignacio García acrescenta que o registo eletrónico de documentos será uma realidade em pouco/bocado tempo. Outro importante projeto é a implantação de um novo sistema de gestão económica, orçamental e contabilista chamado Alcántara. Com este novo sistema a Junta de Extremadura se apresentou dar uma volta em sua forma de trabalhamos/trabalhámos, dando um passo mais em sua modernização, eliminando o papel e automatizando todos os processos de gestão. A elaboração dos novos orçamentos da Junta de Extremadura estão baseados no novo sistema e a sua posta em marcha contribuirá a melhorar a {interoperabilidad} e transparência na prestação de serviços digitais.

A mesa redonda sobre/em relação a Transformação Digital nas Administrações Públicas se desenvolveu na hemeroteca de O Jornal Extremadura e esteve moderada pela jornalista Rocío Cantero. Ao longo/comprido de quase duas horas os quatro peritos em transformação digital expuseram seus pontos de vista sobre/em relação a um processo que está a mudar a vida dos cidadãos. Junta e assembleias provinciais de Cáceres e Badajoz puseram sobre/em relação a a mesa seu enorme acordo/compromisso com este processo, no qual Telefónica Extremadura é um dos atores principais para sua execução.

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