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Região Tejo Salor Almonte Un ambiente único junto a Cáceres

 

Redacción AA MONOGRÁFICOS
12/07/2020

Qualquer desculpa é boa para visitar a Região Tejo Salor Almonte, a tão somente 10 minutos da cidade de Cáceres, com uma enorme riqueza patrimonial, natural e cultural que convida a usufruir de um ambiente rural único, com quinze localidades que albergam a essência do autêntico e tradicional.

NOSSO PATRIMÓNIO

HISTÓRICO-ARTÍSTICO. O património histórico-artístico da região mostra um extensivo percurso/percorrido por todas as idades do homem com importantes achados que pertencem a culturas desde/a partir de o Paleolítico até à chegada de Roma, continuando com amostras patrimoniais de outros movimentos históricos, artísticos e culturais até ao arte mais contemporânea refletido por exemplo na Estação de autocarros de Casar de Cáceres…, sendo muitos monumentos e espaços protegidos pela figura de Bem de Interesse/juro Cultural. Uma terra com elementos únicos, desde/a partir de o incrível Tesouro de Aliseda, o majestoso Ponte/feriado Romano de Alcántara, a magnífica Villa Romana de Monroy, o impressionante Conventual de São Benito de Alcántara, sede da Ordem/disposição Militar de Alcántara, junto às casas palácios e escudos heráldicos que esconde esta localidade, a singular Praça Maior de Garrovillas de Alconétar, sem deixar atrás o legado da Ordem/disposição do Caráter, presente na Ermida de São {Berto} em Hinojal, o Conjunto/clube histórico-artístico de Brozas, com magníficas construções e berço de personagens ilustres, as extraordinárias tábuas de Luis Morales no Retábulo Maior/velho da Igreja da Asunción de Arroyo de la Luz, o Castelo de Monroy ou o antigo Tanque de {Lanas} hoy convertido no Museu {Vostell} Malpartida de Malpartida de Cáceres.

A transumância, o {pastoreo} com seus {bujíos}, a Rota de A {Lana} e o passo da Rota Via da Prata, som outros recursos relevantes na história deste território junto à Rota das Chaminés.

NOSSA NATUREZA. Inumeráveis atrativos naturais conformam a região, com espécies de {avifauna} muito destacadas, como a cegonha branca, obtendo assim Malpartida de Cáceres o título de Povo/vila Europeu da Cegonha, principalmente pela singularidade da superfície {nidificante} dos bolos {graníticos} do incomparável Monumento Natural dos {Barruecos}. {Encontramos} também {grullas} em {humedales} de Villa del Rey e nos Albufeiras de Brozas e de Talaván ({ZEPA}), junto ao {cernícalo} {primilla} que sobrevoa Garrovillas de Alconétar e Brozas, merecendo's assim ambas localidades a declaração de {ZEPA}.

Terra fronteiriça com Portugal, presume de poder/conseguir pertencer ao Parque Natural Tejo Internacional Reserva da Biosfera sendo um lugar propício para o usufrua da natureza, em cenários como a Pedreira/formação ({ZIP}) em Alcántara. A ele se unem espaços protegidos como a Serra de São Pedro ({ZEPA} e {ZIR}), lugar perfeito para a prática da atividade cinegética e o usufrua da berra do cervo, o Rio Salor ({ZEC}) e Planos de Brozas ({ZEC}), os {Riberos} do Almonte ({ZEPA}) e os Planos de Alcántara e Brozas ({ZEPA}), o Floresta de pinhais de pinheiro {piñonero} de Garrovillas de Alconétar ({ZEPA}) ou a Peña Buraca ({BIC}) entre Piedras Albas e Alcántara, albufeiras em perfeito estado que ajudam a conservar ecossistemas como o montado e manter os usos e aproveitamentos tradicionais, para além de um sem-fim de cordéis e veredas, destacando o passo da Caminho para os rebanhos Real {Soriana} Ocidental pela localidade de Casar de Cáceres, ou mesmo {parajes} de insólita beleza como os campos do amendoeira em flor em Garrovillas de Alconétar ou a Ribeira do {Araya}. E outros tantos recursos aquáticos como moinhos, assinalando os Moinhos de Cabra de Villa del Rey declarados Lugar de Interesse/juro Etnográfico e fontes com muita história.

NOSSA GASTRONOMIA. Tejo Salor Almonte, pátria da Torta del Casar DOP e de outros deliciosos queijos, com os que grandes professores da cozinha elaboram tentadores pratinhos com seus sabores únicos e inigualáveis. Mas sem lugar a dúvidas, um dos manjares estrela desta região é a {tenca}, um peixe que se cria em inumeráveis charcas da zona.

A inclusão da cozinha conventual por parte da Ordem/disposição militar de Alcántara, a cozinha transfronteiriça, pastoril e cinegética estão presentes em guisados tão famigerados como a perdiz ao modo de Alcántara, o bacalhau monacal, as miolos do pastor ou o arroz com lebre.

As singulares couves com {buche}, as deliciosas morcelas {venteras} e {arroyanas}, a inconfundível {patatera}, te deixarão um bom sabor de boca. A utilização de mel, amêndoa e pinhões se percebe/recebe em seus doces mais tradicionais como {mormenteras}, {piñonate}, roscas de {alfajor}, bolos da Luz, doces conventuais e um sem-fim de deliciosas elaborações.

NOSSAS FESTAS

E TRADIÇÕES. Festas com o distintivo de interesse/juro turístico regional como a Festa da {Tenca}, o Dia da Luz de Arroyo de la Luz ou a Pedida da {Patatera} de Malpartida de Cáceres, junto a outras manifestações culturais, religiosas e seculares como o Festival de Teatro Clássico de Alcántara, Dança do Cordão de Brozas e Villa del Rey, o Ramo em Casar de Cáceres, as {Purificás} em Monroy, Santiago del Campo, Hinojal e Talaván, San Sebastián em Hinojal ou a celebração doutras festas em honra a diferentes santos e virgens como São Pedro em Alcántara. Todos estes acontecimentos aproximam ao visitante a uma cultura de antanho, conservada e respeitada através dos anos, que se tem sabido conjugar com celebrações mais atuais e modernas onde tem grande presença a gastronomia: a Feria Agroalimentar de produtos do porco de Alcántara, Matança popular em Aliseda, Mata de Alcántara, Piedras Albas e Villa del Rey, a Feria Agroalimentar de Santiago del Campo, a Feria Agroalimentar da Morcela {Ventera} de Navas del Madroño, as Couves com {Buche} de Arroyo de la Luz e doutras localidades do território, a {Caracolá} e o Dia da {Mormentera} de Alcántara, a Semana da Torta del Casar e seu Feria Europeia do Queijo em Casar de Cáceres, o Amendoeira em Flor em Garrovillas de Alconétar e as tradições também presentes em celebrações como A {Pela} do Potro em Mata de Alcántara e Os Touros de Navas del Madroño, Brozas e Garrovillas de Alconétar, para além de atividades que põem em valor o património etnográfico, histórico, cultural e natural do território.

Cultura e tradição se mantêm vivas graças ao estreitamente de {queseros} mostrando seus melhores segredos em suas queijarias, oleiros de Arroyo de la Luz declarada Cidade da Cerâmica, que ensinam o delicado estreitamente deste ofício em seus oficinas e grupos de folclore que põem em valor os cancioneiros e danças tradicionais da região.