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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de janeiro de 2020

A ortopedia se topa com entraves na Extremadura

Federación Española de Ortesistas y Protesistas
03/12/2019

 

O Sistema Nacional de Saúde ({SNS}) iniciou sua andamento em 2002. A entidade pública substituiu ao antigo {INSALUD} e desde então vela pela gestão sanitária através dos 17 serviços de saúde autónomos/trabalhadores independentes e do {INGESA} para as cidades de Ceuta e Melilla. Em seus quase duas décadas de funcionamento nenhuma conselheria de saúde fez público o montante que investe no sector da ortopedia, também não o Ministério da Saúde tem tido interesse/juro em {reclamárselo}. Tudo, apesar de que a lei 19/2013, de 9 de Dezembro, estabelece a transparência das administrações e o acesso à informação pública para garantir um bom governo.

Desde há vários meses, a Federação Espanhola de {Ortesistas} e {Protesistas} ({FEDOP}) iniciou a árdua tarefa de compilar esses dados, solicitando'ls aos governos regionais. Todos eles facilitaram com maior/velho ou menor pressa a informação. Todos, exceto Extremadura que hoje continua sem oferecer esses dados que deveriam ser de domínio público.

Apesar de não contar com a informação sobre/em relação a o investimento pública extremenha, a {FEDOP} tem realizado um relatório/informe que publicará proximamente e no qual se pode analisar a situação do sector ortoprotésico em Espanha. Trata-se de a maior/velho radiografia jamais realizada neste âmbito a nível nacional.

Uma das conclusões desse documento é o {bajísimo} despesa pública em matéria ortoprotésica no nosso país. A ortopedia dá serviço a à volta de 4 milhões de pessoas em Espanha e no entanto tão somente percebe/recebe um 0,033% do orçamento global do estado. Um montante completamente insuficiente em relação a outros países europeus, se além disso se tem em conta a queixa de coletivos de usuários, necessitados dos produtos que fabricam e dispensam os profissionais da ortopedia.

Após quase vinte e cinco anos com uma pasta de prestações que tem permanecido imutável, no passado mês de Julho {echó} a andar a Ordem/disposição {SCB} 45/2019.A qual exige às Comunidades Autónomas que reformem seus catálogos de produtos. A tónica geral foi de bastante acalma por parte dos serviços de saúde autonómicos, que parecem não {recordar} que têm de limite até ao 31 de Dezembro de 2019 para adaptar esses catálogos, segundo estabeleceu o Ministério da Saúde.

No caso da Extremadura, acontece que o Servicio Extremeño de Salud (SES) nem sequer respondeu aos reiterados escritos/documentos e comunicados por parte da {FEDOP} e da Associação de {Ortopédicos} da Extremadura ({ASOEX}), que reclamavam abrir uma mesa de diálogo com os profissionais da ortopedia.

Parece lógico pensar que os peritos nesta matéria, por sua experiência e conhecimento, deveriam ser implicados diretos no desenvolvimento desta nova norma. No entanto, à falta de um mês para que se cumpra o prazo dado pelo Ministério, na Extremadura não há {visos} de diálogo com o sector, nem de implicação por parte de seus representantes em matéria sanitária neste assunto.

Ao executivo extremenho lhe que fica muito caminho por percorrer para equiparar-se ao resto de governos autonómicos no que a ortopedia se refere. Os extremenhos são os únicos habitantes de tudo o território nacional que não podem acolher-se ao sistema de {Endoso}, pelo que ficam fuera da prestação aqueles pacientes que não tenham recursos económicos. A situação se desenha grave, e mais se temos em conta o recente relatório/informe sobre/em relação a Vulnerabilidade a Cruz Vermelha, que mede seu impacto social na saúde, e que atira que 8 de cada 10 pessoas em Espanha não pode pagar-se uma próteses.

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