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Parque. Monfragüe convida a explorar suas sendas. - assembleia provincial de Cáceres

12/07/2020

Que quase duas centenas de nações se ponham de acordo nesta sociedade globalizada em que determinados territórios devem ser protegidos pelo que significam para a Humanidade e o planeta, é algo que deve fazer-nos deter-nos e observar.

Cáceres conta com multiplos espaços reconhecidos pela UNESCO como de categoria/escalão excecional do oeste ao este de sua geografia, começando pela reserva da biosfera do Tejo Internacional, dividida entre a parte oeste da província de Cáceres e os municípios de Castelo Branco, {Idanha}-a-{Nova} e {Vila} Añeja de {Rodao} em Portugal. Uma experiência única é percorrer a reserva por meio de uma das embarcações que unem ambos extremos e descobrir alguma das espécies de flora e fauna pouco/bocado comuns que residem ali como a orquídea {serapia} verde, que somente floresce em Cáceres, ou ser sobrevoado por um grupo de abutres. Mas não somente {encontramos} um património natural invejoso, também histórico como os antas de Valencia de Alcántara ou a ponte romano de Alcántara, que, segundo reza uma inscrição sobre/em relação a o mesmo “durará enquanto dure o mundo”, e por agora nada o tem desmentido. Avançando até o este {llegamos} à reserva da biosfera e Parque Nacional de Monfragüe, que representa a maior/velho mancha de floresta mediterrânea em todo o planeta. Monfragüe convida a explorar suas sendas, jogando a contar espécies diferentes: azinheiras, cervos, {jaras}, águias, freixos... Desde/a partir de a pré-história, com as pinturas rupestres da Gruta do Castelo, até nossos dias, multiplas civilizações deixaram sua marca: os romanos batizaram o terreno por sua exuberância como {Monsfragorum} (monte {fragoso}), os árabes construíram seu castelo e os cristãos que o conquistaram o reformaram. Até seu céu noturno é objeto de conservação já que está dentro da Iniciativa {Starlight}, que o confirma como um dos melhores lugares para observar as estrelas em todo o mundo. Finalmente, no extremo mais oriental, {encontramos} o Geoparque de Villuercas {Ibores} {Jara}, um lembrança monumental da união dos continentes faz milhões de anos, já que o perfil e a configuração deste terreno som similares aos dos montes {Apalaches}, em América. Abrange 19 localidades, entre elas Guadalupe, cujo impressionante mosteiro tem também a declaração de Património da Humanidade. Os mais aventureiros verão recompensada sua audácia se coroam os mais de 1.600 metros do Risco da Villuercas, e contemplar desde/a partir de ali um mar de nuvens apanhadas entre os vales.