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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 17 de janeiro de 2020

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08/09/2019

 

Desde a {UME} indicam que “foi nossa primeira grande operação ambiental o que tem suposto a adaptação perante este um novo repto/objetivo do qual temos aprendido muito. A colaboração da Junta de Extremadura e Delegação do Governo bem como o trabalho conjunto/clube com a Confederação Hidrográfica do Guadiana e {TRAGSA} deram bons resultados e esperamos ter contribuído a melhorar as condições do rio. Mas o maior lembrança que temos é o apoio e afeição que recebemos de tudo o povo/vila extremenho durante os meses que durou a operação, um fôlego que nos deu forças para enfrentar-nos a esta tarefa árdua e complicada”.

Após finalizar a operação, a {UME} regressou a suas unidades para dedicar-se à luta contra incêndios florestales, na qual tem tido que empregar-se a fundo com intervenções em Catalunha e Grande Canária.

REDES SOCIAIS. Ultimamente se tem discutido sobre/em relação a o papel das redes sociais em situações de emergência. Na {UME} têm claro que: “Como novo canal de comunicação, as Redes sociais são sem dúvida uma oportunidade para comunicar-se com os cidadãos e, no caso duma emergência, sua imediatez pode ser de grande valor para transmitir informação de utilidade para paliar os efeitos perante uma situação de risco que mesmo pode contribuir a salva vidas”.

Acrescentam que se bem é certo que sua própria natureza pode supor um problema de intoxicação e a ‘{viralización}’ de contidos falsos, é responsabilidade das instituições reagir com rapidez para posicionar-se como fonte de informação de referência para os cidadãos oferecendo'ls a informação que necessitam.

Para não ser vítimas de boatos ou falsas notícias é recomendável seguir/continuar e contrastar a informação com os perfis oficiais.

A coordenação de efetivos em situação de emergência é um dos grandes reptos/objetivos. Não é casual que os efetivos trabalhem coordenados numa emergência mas fruto dos exercícios e a colaboração institucional para favorecer o trabalho conjunto/clube. Não é em vão a {UME} e Extremadura contam com um protocolo de colaboração e umas comissões de seguimento para, precisamente, beneficiar a melhor preparação e coordenação perante as supostas emergências.

Além disso, o Primeiro Batalhão de Intervención em Emergências, cuja zona de ação inclui Extremadura, realiza exercícios jornais com os serviços de emergências da região nos que se põe em prática o trabalho conjunto/clube e coordenado nestes casos.

Em função do risco que suponha uma determinada emergência (incêndio florestal, inundação, nevada, etc. ), o primeiro é conhecer as normas de autoproteção em cada caso; para isso tanto/golo a Direção Geral de Proteção Civil e Emergências como as agências autonómicas especializadas dão conselhos tanto/golo nas suas páginas web como por Redes Sociais.

O segundo avisar ao 1-1-2 e proporcionar toda a informação possível que pudesse ser de utilidade aos serviços de emergências (lugar, se há possíveis vítimas, acessos para veículos de emergências, etc.) e, na medida do possível, ajudar aos afetados sempre preservando sua própria segurança.

Durante a própria emergência será importante seguir/continuar as recomendações dos serviços de emergências mas sobretudo é muito importante manter a acalma e o sentido comum.

Desde o primeiro momento a {UME} e Extremadura mantiveram uma relação muito estreita e ano a ano se tem reforçado o vínculo entre ambos. Realizam-se contínuas atividades conjuntas entre as diferentes unidades da {UME} com o serviço de Emergências da Extremadura em numerosos âmbitos; desde emergências ambientais, exercícios de luta contra incêndios florestales ou exercícios de telecomunicações de grande calado, como o levado a cabo em La Garrovilla em Novembro de 2017. O Centro de Emergências 112 Extremadura leva o nome do cabo Alberto Guisado, falecido na região {miemntras} apagava um incêndio em Serra de Gata.

“Conscientes de seu significado, a {UME} se sente muito honrada de receber/acolher esta distinção ao representar o reconhecimento dos extremenhos. Servir à sociedade espanhola é um privilégio que temos de assumir com a responsabilidade de estar à altura; por isso, receber/acolher esta medalha é o maior o maior reconhecimento ao que podemos aspirar”, explicam desde a unidade.

ALBERTO GUISADO. Na história da unidade há quatro falecimentos. O primeiro foi na Extremadura, o do cabo Alberto Guisado ao despenhar-se com seu camião cuba na Serra de Gata o 4 de Agosto de 2012. Precisamente, no passado 20 de Agosto se realizado na localidade e Gata um emotivo ato de homenagem por ocasião do 7º aniversário do falecimento do Cabo 1º Alberto Guisado Majano.

O seu pai, junto à presidenta da Câmara Municipal de Gata e o chefe do Primeiro Batalhão da {UME}, depositaram um ramo de flores no monólito que se erigiu em sua lembrança.

Durante a Campanha de Luta Contra Incêndios Florestales do ano 2012, dentro da operação “Gata”, o dia 4 de Agosto, a Secção de Intervención 122, sua secção, recebeu o cometido de ataque direto ao fogo. A autobomba de Alberto, num dos deslocações, ao cruzar-se com outro veículo e facilitar-lhe o passo, capotou ao acontecer um deslizamento do terreno.

A {UME} é um espelho onde querem olhar-se muitas unidades similares de todo o mundo. Já são mais de meio centena os países que quiseram conhecer seu funcionamento.

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