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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

{Llegamos} a 22 e continuamos


21/06/2017

 

Um ano mais {llegamos} a uma das encontros mais importantes do mundo empresarial da região: os prémios ‘Empresário Extremenho’ de O Jornal Extremadura. Ao longo/comprido de seus 22 edições, este galardão tem ido ganhando em prestígio e reconhecimento em razão dos homens e mulheres que têm ido fazendo parte de seu palmarés. O facto/feito de que participe no júri o próprio empresariado extremenho representado através de suas associações ou Câmaras de Comércio, para além da administração autonómica e a Universidad de Extremadura, bem como empresários de longa trajetória e jornalistas especializados em economia e empresa, nos permite apresentar uns galardões que demonstram sua solvência e consideração pela autenticidade das votações realizadas.

{Créanme} que resulta complicado conformar cada edição, o debate é longo/comprido e até tenso, o que demonstra que ainda ficam muitos outros hipotéticos premiados para anos vindouros cujas candidaturas seguro chegarão como cada ano à mesa deste júri. O Jornal Extremadura tem um fim empresarial, mas também uma vocação social de acordo/compromisso com a terra onde se assinta. Entre suas tarefas, possui a encomenda de informar e opinar de tudo o que {acontece} na Extremadura por ser referente da sociedade à que serve, mas também saber destacar e oferecer aqueles valores que são reflexo de toda uma coletividade. E aqui, tal como intelectuais, profissionais liberais, artistas, desportistas, etc., os empresários jogam um papel fundamental.

Estamos convencidos de que a economia e o emprego dependem dos governos, mas são os empresários, o sector privado em suma, quem, verdadeiramente, faz funcionar os engrenagens do mercado, os que permitem que uma sociedade avanço economicamente falando e alcance valores de riqueza e emprego que depois se traduzem em bem-estar.

Ser empresário hoje em dia tornou-se numa profissão de risco. Os anos da crise deixaram a demasiadas pessoas no caminho. No entanto, fica esperança e os dados que se estão conhecendo convidam ao otimismo. O número de novas sociedades mercantis subiu na Extremadura um 16,8% no passado mês de abril em relação ao mesmo mês de 2016, até somar 125 novas empresas. Isso faz com que, segundo os últimos dados dados a conhecer pelo Instituto/liceu de Estatística da Extremadura, a região seja a única comunidade com taxa anual positiva. A nível nacional, a criação de empresas tem sofrido um recuo no mês de abril, tanto/golo em dados anuais como em dados mensais, después dos bons dados obtidos em março.

As previsões avançam que a economia vai a melhor. As estimações para o resto do ano e de 2018 são bastante promissoras. BBVA Research previu um crescimento do PIB regional do 2,3 por cento para 2017 e do 2,4 por cento para o ano seguinte. Além disso, em matéria de emprego estima um crescimento do 1,3 por cento neste ano e do 1,5 por cento para o próximo exercício.

Os alicerces são escassos, a tradição empreendedora nula e o tecido empresarial muito pobre, mas é o que temos e com estas cartas tem de jogar-se a verba/partida. Daí que estes galardões suponham uma homenagem ao afinco de homens e mulheres que cada dia se levantam para enfrentar uma nova aventura, a qual lhes pode levar ao êxito, mas também ao fracasso.

Nunca é um caminho de cor-de-rosa. Que se o digam a {Atanasio} Laranjeira, o ‘rei da fruta de osso’ e presidente do grupo {Tany} {Nature}, neste ano escolhido Empresário Extremenho do Ano 2017. Filho de um {colono} das Vegas del Guadiana, possui uma central hortofrutícola de 80.000 metros quadrados em Zurbarán, a 20 quilómetros de Villanueva de la Serena. Conta com mais de 2.000 hectares de cultivos, uma parte delas em propriedade. O grupo {Tany} {Nature}, que chega a dar emprego a 2.800 pessoas tanto/golo no campo como na central, vende em Espanha uma pequena parte de sua produção, pois o destino de sua fruta é o mercado internacional. Se pode dizer que converteu a Extremadura numa das zonas mais importantes na produção de fruta de osso do mundo faturando perto de 50 milhões de euros ao ano.

O júri confirmou sua candidatura como exemplo de constância, gerador de riqueza e também de emprego desde e para Extremadura. O resto de galardoados não merecem pior consideração: o Grupo García Moya, prémio à Trajetória Empresarial; Maria {Ke} {Fisherman}, prémio à Promoção da Extremadura; Das carnes {Dibe}, prémio à Empresa Agroalimentar; Rocío Pérez Sierra, prémio a Mulher Empreendedora; {Marta} {Alberni}, Jovem Promessa; {Interlun}, Prémio Pme; Grupo {Maven}, prémio Empresa Familiar; e Móveis {Periáñez}, prémio Comércio.

Todos merecem estar aí e passar a fazer parte da história deste certame, o qual deve supor tanto/golo um reconhecimento como um reconhecimento na hora de enfrentar novos reptos/objetivos.

Oxalá que assim seja e, quem sabe, nuns anos qualquer deles volte de novo a ser premiado. Não seria uma novidade, já ocurreu nalgum caso como com {Atanasio} Laranjeira que em 2004 sua empresa foi prémio Empresa Agroalimentar. Significará que a empresa não somente segue/continua adiante, mas sua trajetória foi a melhor e que O Jornal Extremadura, e seu júri particularmente, segue/continua fazendo bem esta tarefa.

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