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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Estimulación cognitiva contra o alzhéimer

Los residentes se treinam com {soportes} eletrónicos

Redacción AA MONOGRÁFICOS
13/03/2020

 

Según as últimas estatísticas a Confederação Espanhola de Associações de Familiares de pessoas com Alzhéimer e outras Demências, Espanha é o terceiro país do mundo com maior/velho incidência deste tipo de doenças.

Perante estes dados, é impossível negar que nos {enfrentamos} a um repto/objetivo maiúsculo que devemos enfrentar como sociedade e, com maior/velho esmero, desde/a partir de os serviços sanitários e desde/a partir de as residências e centros de atenção e assistência a nossos maiores/ancianidade.

Em nosso próprio centro, {Geryvida}, a demência e o alzhéimer som uma realidade largamente presente entre nossos residentes e com ela {convivimos} e {luchamos} diariamente. E digo {luchamos} porque os efeitos adversos destas doenças, se bem som imparáveis, sim que podem combater-se diariamente para {ralentizar} na medida do possível seu avanço.

Nossa lavor/trabalho como profissionais da área da psicologia e da terapia ocupacional centra-se precisamente na estimulação cognitiva, tão necessária para ajudar a nossos residentes a que a evolução de sua doença não seja tão rápida.

Apesar das limitações que nos temos ido encontrando em nosso caminho em funções básicas como a leitura e a escritura, não temos dúvida em investigar, procurar e aplicar diferentes ferramentas que, por exemplo, nos dessem um estreitamente visual, o que supõe uma diferença significativa em relação à intervenção tradicional e cujos resultados nos parecem mais sustentáveis no tempo.

Desta forma, {llegamos} à estimulação e treino cognitivo baseados em {soportes} eletrónicos. Nomeadamente, {empleamos} várias plataformas que {facilitamos} a nossos residentes por meio de {tablets} que resultam mais intuitivas e simples de manejar.

Seu uso nos permite o controlo de variáveis tais como o tempo de exposição a um estímulo e o tempo de reação permitido, terapias multiformato, uma análise mais fluido de dados e um design muito ajustado entre o treino e a função executiva que queremos manter.

Para nós tem suposto um avanço significativo que já faz parte do nosso presente e que, sem dúvida, será uma parte vital para o tratamento destas doenças num futuro até ao desejado momento no qual {encontremos} uma solução definitiva para estas dois doenças.

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