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A esperança de vida pode crescer dez anos com hábitos saudáveis

Assim o corrobora um estreitamente realizando por {Frank} {Hu} da Harvard School {of} Public Health. {Cambiando} siete costumbres podemos proteger mucho mejor nuestra salud

 

{Ejercicio}. A atividade física moderada contribui a aumentar a esperança de vida. - EL PERIÓDICO

Redacción AA MONOGRÁFICOS
07/02/2020

São cada vez mais os estudos que apontam ao estilo de vida como a melhor maneira de previr e vencer as doenças. Um estreitamente recente liderado por {Frank} {Hu}, da Harvard School {of} Public Health e publicado em {BMJ}, aponta que mulheres norte-americanas de 50 anos que seguem/continuam uns hábitos saudáveis têm 10 anos mais de esperança de vida que as que não o fazem.

De facto, 8 de 10 doenças do futuro estão relacionadas com o estilo de vida, segundo explica Ramón Gomis, endocrinologista e diretor dos Estudos de Ciências da Saúde da {UOC}. Segundo o médico/ doutor Gomis, a prevenção das doenças mediante a adoção de hábitos saudáveis é uma das principais tendências da medicina nos próximos anos.

«O estilo de vida saudável deve promover-se desde/a partir de a infância e fomentar desde/a partir de a escola», aponta o médico/ doutor Gomis. Mas, ¿quais são os hábitos que marcam a diferença para nossa saúde? O médico/ doutor Gomis destaca estes sete aspetos:

A nutrição. «Adquirir bons hábitos nutricionais consiste em ingerir uma proporção de alimentos que nos permita um desenvolvimento adequado e a prevenção de doenças como as cardíacas, a obesidade e a diabetes», afirma o professor Gomis. As doenças do sistema circulatório são atualmente a primeira causa de morte em Espanha (provocam um 28,3 % das defunções), seguidas/continuadas dos tumores. Neste sentido, seguir/continuar uns hábitos saudáveis também permitiria evitar a metade dos {cánceres} {gástricos} e um 37 % dos de {colon}.

A atividade física. «Atualmente leva-se uma vida demasiado sedentária e é fundamental modificar este hábito», considera {Ramon} Gomis. O exercício físico não só/sozinho ajuda a previr doenças cardíacas, mas também gera resistências contra o alzhéimer, segundo o neurocientífico/cientista dos Estudos de Ciências da Saúde da {UOC} Diego Redolar.

A diminuição de tóxicos. «Se tem avançado muito na luta contra o tabaco, mas ainda há muito estreitamente por fazer», afirma {Ramon} Gomis. Por outro lado, «é importante reduzir o consumo de álcool, sobretudo entre os jovens, e evitar as drogas». Temos de ter em conta que «o cérebro dos adolescentes é mais vulnerável aos efeitos viciantes do álcool e outras drogas durante o período de neurodesenvolvimento», explica Marina Bosque, professora dos Estudos de Ciências da Saúde da {UOC} e coordenadora do Grupo de Estreitamente sobre/em relação a Álcool da Sociedade Espanhola de {Epidemiología}. Além disso, tal como recorda Gomis, os tóxicos apresentam dois tipos de riscos de sobre/em relação a a saúde, dado que para além dos efeitos em nosso corpo provocam acidentes de viação.

O stress. «Temos de tentar evitá-lo, porque o stress cria/acredite muitos problemas vinculados à depressão, à ansiedade, e também a doenças cardíacas e endocrinas», explica {Ramon} Gomis. O professor de neurociência da {UOC} Diego Redolar aponta que também pode gerar problemas de crescimento e doenças auto-imunitárias.

O ritmo do sono/sonho. «Nos {equivocamos} quando pensamos que não necessitamos dormir. Além disso, no caso dos meninos os hábitos são muito importantes, e não é boa ideia que o fim-de-semana vão a dormir muito mais tarde que de costume», comenta o professor Gomis. «Os hábitos se podem flexibilizar, mas só/sozinho até um certo ponto», explica. E acrescenta, «temos que aprender a dormir», recordando as palavras do médico/ doutor especialista em medicina do sono/sonho {Eduard} {Estivill}, que dá na {UOC} o seminário «O sono/sonho como fonte de vida saudável».

A vacinação. «As vacinas têm tido um impacto muito importante na melhoria da saúde e não podemos descer a guarda com o hábito da vacinação», considera Ramón Gomis. «Situações como o surto de sarampo em Ucrânia do ano passado, com mais de 30.000 pessoas afetadas na Europa, se têm que evitar», afirma.

A saúde do planeta. É essencial cuidar do equilíbrio dos ecossistemas para proteger nossa saúde, segundo demonstram os estudos no âmbito emergente da saúde planetária. Neste sentido, Gomis afirma que «os casos de cancro se dispararão se o ambiente está poluído», e nesta entrevista explica porque é que o uso que fazemos da energia, da água ou o tratamento dos resíduos tem um impacto em nosso bem-estar físico. «É imprescindível que {aprendamos} a cuidar o planeta para melhorar nossa saúde, e que estes hábitos os {adquiramos} já desde/a partir de muito pequenos, na escola», conclui.