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Em 2030 a província de Badajoz depurará o 100% de suas águas residuais urbanas

“Devemos consciencializar-nos de que nosso rio Guadiana começa nas {alcantarillas} de cada população”

 

Vertido de água. Depuradora de Salvaleón. - DAVID VIERA

Raquel del Puerto.Vicepresidenta de Promedio. - DAVID VIERA

Redacción AA MONOGRÁFICOS
05/06/2020

Devolver aos pequenos rios da província à volta de 6 milhões de litros de água ao dia em boas condições. Esse é um dos objetivos principais que se marca a Diputación de Badajoz com o ambiente nos próximos anos. Nesta década até 74 aglomerações urbanas que agora vertem suas águas a leito público sem nenhum tratamento contarão com uma solução adequada para depurá-las. Será um investimento de grande importância que fará que a província de Badajoz seja uma das primeiras de Espanha em conseguir a plena depuração de suas águas. O roteiro já está marcada: o primeiro plano de infraestruturas do Plano Depura está a funcionar e contempla a construção de 20 depuradoras e o projeto doutras 8 até 2023.

“A solução que se lhe dará a cada população estará adaptada a sua realidade urbana e industrial e baseada em sistemas de depuração alternativos, de baixo custo de manutenção, mas que garantirão que {devolvamos} a água à natureza, cada gota, em condições ótimas”, sublinha Raquel del Puerto, vicepresidenta de Promedio.

O benefício ambiental do Plano Depura é claro e direto: os rios e pequenos arroios deixarão de receber/acolher os 4.000 quilos de matéria orgânica, 500 quilos de nitrogénio e 50 quilos de fósforo que acumulam agora cada dia. Em condições de equilíbrio, estes nutrientes som bons para um ecossistema aquático. No entanto, um excesso provoca danos importantes na água e em tudo o que lhe rodeia. “{Reestablecer} o equilíbrio melhorará em grande medida o habitat ecológico do nosso território, já que, em muitos casos, o único caudal de água que circula pelos arroios em verão é o que provém do uso urbano”, destaca.

Para além dos nutrientes derivados da atividade humana e que som próprios da água residual, existem outros restos que prejudicam gravemente ao ambiente e aos sistemas de saneamento. Estamos a falar de {toallitas} húmidas, de beatas, de pequenos embrulhos/envoltórios, de óleos/azeites ou combustíveis que saem dos {desagües} das habitações/casas/vivendas, ou que chegam ao esgoto arrastados pelo água de chuva. Promedio retirou no passado ano mais de 500 toneladas de resíduos assimiláveis a urbanos da água residual na província. E se estima que graças ao Plano Depura se evitará o depósito doutras 70 toneladas de lixo que agora chegam a nossos leitos. “Para além da obrigada lavor/trabalho das administrações, tudo seria mais fácil se nos {concienciamos} e fazemos uso de papeleiras e não dos {desagües}, porque nosso rio Guadiana, seus {afluentes} e albufeiras, começam nas {alcantarillas}”, conclui Do Puerto.