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¿Como escolher uma lar da terceira idade?

 

¿Como escolher uma lar da terceira idade? - O {PERIÓIDICO}

Redacción AA MONOGRÁFICOS
03/07/2020

A eleição duma residência de maiores/ancianidade sempre é um tema muito complicado para as famílias. Nestes momentos, nos que as residências estão no ponto de mira após a gestão da pandemia do coronavirus, ainda mais. Aqueles que tomam a decisão duvidam se esta é a melhor opção para o maior/velho, ou para a família, e têm que depositar toda sua confiança numa empresa, que tem em suas mãos a vida e o bem-estar de um ser querido.

O primeiro que temos de valorizar é se a residência geriátrica é a melhor opção para nosso familiar. Temos de valorizar seu estado físico, para além de sua situação mental. Em ocasiões seu ambiente familiar sim está qualificado para dar-lhe uma boa atenção. Não sempre o ingreso numa residência é o melhor. Existem soluções intermédias como a ajuda a domicílio, a televisão assistência, a adaptação do imóvel à nova situação, as ajudas técnicas para os anciãos e inclusivamente uma estadia temporal na residência. Se é necessário se pode contactar com um assistente social para que relatório/informe se o maior/velho tem direito a um serviço público ou a alguma ajuda.

Uma vez que já se decidiu o ingreso do maior/velho numa residência geriátrica o melhor é fazer-se com um lista das residências existentes no município de residência ou na província, especialmente de {aqellos} que têm praças/vagas concertadas e acreditadas pela própria Junta de Extremadura, o que é uma garantia de cumprimento da legislação. Neste sentido, os buscadores da internet podem ser uma primeira toma de contacto, mas o melhor é informar-se por meio de pessoas que saibam do sector ou conheçam o funcionamento das residências.

É por isso que de maneira nenhuma temos de escolher uma residência sem que se tenham visitado previamente aquelas que mais nos tenham gostado. No centro têm que ensinar-nos as instalações e explicar-nos seus serviços. Em relação, tem que notar-se por parte do centro uma total transparência e disposição na hora de visitar as instalações, salvo as restrições próprias de horário de comida/almoço e de sono/sonho dos usuários.

VISITA. Durante a visita, os familiares têm que ser bons observadores e ter seus cinco sentidos alerta. Tudo o que seja sujidade é sinónimo de desleixo. Temos de fixar-se em se o mobiliário está limpo e atualizado. Muito importante é visitar a cozinha e conhecer os menus e indicar se nosso residente necessita alguma comida/almoço especial. A lavandaria é outra das ‘zonas quentes’. A limpeza da roupa é chave.

Capítulo à parte merecem os serviços. Olho. Muitas residências dizem que têm serviços de enfermaria e médico, quando na verdade aqueles que atendem aos maiores/ancianidade som os médicos do centro de saúde. Se têm médico próprio é que sim realiza-se um seguimento individualizado. Também se oferece fisioterapia ou terapia ocupacional. Aqui também é importante que se realize uma atenção de cada residente e não se limite tudo a turmas em grupo.

É importante que o centro disponha de profissionais que se esforcem porque o maior/velho usufrua da máxima autonomia pessoal.

O centro deve contar com todas as autorizações pertinentes, autorizações e licenças, que devem expor-se no quadro de anúncios. A direção do centro deve mostrar-los se os familiares o pedem. Entre esses documentos encontra-se a licença de atividade e de abertura, autorização de funcionamento e inclusão no registo de centros da comunidade autónoma, autorização de Saúde para elaborar alimentos e ter sala de jantar , e acreditação de que o centro cumpre com as normas para os serviços de médicos, enfermaria, terapia ocupacional.

O preço é outro tema {peliagudo}. Temos de distinguir entre preço ‘fechado’, que inclui todos os complementos e preço ‘aberto’, ao que temos de somar todos os extras de cabeleireiro ou podologia.

Naturalmente, é imprescindível um contrato por escrito/documento e lê-lo antes de tomar qualquer decisão. Nele deve constar quando se começa a emprestar o serviço, o preço total. Deve informar-se do regime interior do centro, {compulsado} pela Inspeção de Serviços Sociais. No contrato deve constar que se autoriza ao centro a facilitar a informação que se necessite. Nunca temos de assinar o contrato sem ter tudo claro ou deixar algum aspeto sem consultar.

Finalmente, temos de deixar muito clara a possibilidade de ter contacto com o residente por meio de visitas, telefone, tabletes ou mesmo saídas da residência, pois som muito apreciadas pelos maiores/ancianidade.