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As pessoas com deficiência reclamam maior/velho inclusão laboral

A plena inclusão das pessoas com deficiência não se produzirá até ao ano 2249

 

{Desirée} {Vila} numa imagem da campanha ‘O filtro do emprego’. - EL PERIÓDICO

03/12/2019

Hoy, dia 3 de Dezembro, celebra-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, proclamado no ano 1992 pela Assembleia Geral das Nações Unidas com o objetivo de incentivar nos Estados Membros, maior/velho integração das pessoas com deficiência na sociedade. Nestes 27 anos temos experimentado avanços sociais significativos superando um modelo {asistencialista} e passando a um modelo que estende à plena inclusão apostando em a normalização e visibilidade.

No entanto, no passado ano, a Fundação {Adecco} fez um prognóstico {futurista} onde assinalou que a plena inclusão das pessoas com deficiência não se produzirá até ao ano 2249. Perante este dado, Francisco Mesonero destacou a necessidade de passar à ação garantindo oportunidades para todos no mercado laboral. As pessoas com deficiência procuram um emprego no qual não se lhes prejulgue, no qual não se lhes trate de maneira diferente e no qual se lhes valorize por seu talento.

Para comemorar esta efeméride, a Fundação {Adecco} tem analisado a situação laboral das pessoas com deficiência na atualidade utilizando dados oficiais dados principalmente pelo Instituto/liceu Nacional de Estatística (INE) e por uma sondagem própria realizada a 1.300 pessoas com deficiência mediante a que se quer pôr em valor o papel que joga o emprego em sua plena inclusão. Estas são as principais conclusões do estudo:

A escassa presença das pessoas com deficiência no mercado laboral é um grande repto/objetivo em matéria de inclusão: só/sozinho 1 de cada 4 pessoas com deficiência em idade laboral trabalha (25,9%), face ao 64,4% da população geral.

Em palavras de Francisco Mesonero, diretor-geral de Fundação {Adecco}: “ter um estreitamente digno, para qualquer pessoa, é um direito; mas no caso das pessoas com deficiência, a sociedade pensa que o emprego é questão de solidariedade”.

Falta de orientação, superproteção, brecha formativa, precariedade e carência de sensibilidade corporativa afastam às pessoas com deficiência do emprego.

Das pessoas inquiridas, 6 de cada 10 não tem emprego, mas o está procurando e o 80% quereria encontrá-lo na empresa ordinária, embora a transição do centro especial de emprego à empresa ordinária está custando. No ano 2018 a Fundação {Adecco} gerou 3.792 empregos para pessoas com deficiência, um 10,3% dos empregos para pessoas com deficiência em empresa ordinária em Espanha. Além disso, durante nesta semana, 190 empresas difundirão por meio de seus canais corporativos a campanha de comunicação “O filtro do emprego” para consciencializar e avançar/adiantar até a plena inclusão. Esta campanha foi protagonizada por {Desirée} {Vila}, atleta paraolímpica, Ana Mencía, atriz com síndrome de {Down} em “Senhoras do (h){AMPA}” e por Sergio Puentes, demandante de emprego com paralisia cerebral.