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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

As criadoras de riqueza

Desde a sua posta em marcha em 1996, os Prémios Empresário Extremenho do Ano reconheceram já a mais de 200 empresas e instituições por seu impulso à economia regional. Poucos galardões económicos na Extremadura têm uma trajetória tão longa e frutífera, nem um prestígio tão merecido


21/06/2017

 

Seus 22 edições convertem aos Prémios Empresário Extremenho do Ano em tudo um referente do mundo dos negócios na Extremadura. Com o patrocínio de Telefónica e a colaboração de Alimentos da Extremadura e {BMW} {Ceres} Motor, estes galardões sempre se celebraram por difíceis que fossem os tempos e os vicissitude da política.

A ideia nasceu em EL PERIÓDICO EXTREMADURA em 1996 com a publicação da revesta Criadoras de Riqueza. Era para a época um formato inovador, em papel {cuché} e a tudo cor. Um produto pensado para os homens e as mulheres de negócio da Extremadura. A excelente acolhimento que aquele trabalho jornalístico teve obrigou a apresentar-se uma forma de incentivar o tecido produtivo extremenho. EL PERIÓDICO EXTREMADURA sempre fez gala de sua boa relação com o mundo da empresa e com este produto a referendava.

Para apresentar esta publicação, que atualmente se a conhece como Especial Empresas, se pensou em organizar um jantar de gala com a presença dos diretivos da empresa editora, GRUPO ZÊ, juntamente com as autoridades políticas e empresariais da região. Desde então àquela reunião se a chama a ‘noite das empresas’ que cada ano tem tido um espaço diferente: Praça/vaga do São Jorge, Extremadura Hotel, Auditório de Cáceres, Hotel Cáceres Golfe, Castelo da {Arguijuela}... Neste ano {volvemos} a encher o Auditório de Cáceres.

Após 22 anos de entrega de galardões ao todo já se superaram os 200 prémios, que empresários de todos os pontos da região luzem nos seus gabinetes ou estão bem visíveis para seus empregados.

O primeiro dos empresários em ser reconhecido foi Ricardo Leal, no ano 1997. O fundador de Cristian Lay tinha posto em marcha uma empresa de venda de joalharia e bijuteria por catálogo que se estendia por meio mundo.

Lhe seguiu/continuou no reconhecimento Manuel López Morenas, um grande taberneiro/bodegão de Fuente del Maestre. Estava à frente duma empresa familiar que tinha sido fundada em 1943 e que conseguia que os vinhos e sumos extremenhos se {consumieran} em qualquer parte do mundo. Infelizmente faleceu em 2006, mas foram seus filhos os continuadores da saga, com um alargamento da adega e sua incursão no mercado do cava.

Em 1999, Juan Carmona, de Guareña, foi o empresário reconhecido. Homem facto/feito a sim mesmo, sua empresa Indústrias Químicas de Badajoz, renascia de suas cinzas após um incêndio, e era exemplo de {robotización} e elaboração de {geles} e produtos para drogaria.

Não menos interessante era a trajetória de Julián Herrera, premiado em 2000, quem triunfava com seu grupo Herrera nos forjados de betão graças a patentes próprias.

Em 2001 foi o ano de Alfonso Gallardo, conhecido industrial de Jerez de los Caballeros, quem tem em marcha uma siderurgia uma {cementera} e se estendia por toda a comunidade Europeia.

Cayetano López, presidente de Grupo {Joca}, ganhou no ano seguinte. Posteriormente seu grupo empresarial se denominou {Katry}, especializado em obra civil, tratamento de águas e construção de habitações.

Em 2003 a glória foi para José Luis Iniesta, à frente do Grupo Rio, uma cadeia de hotéis que triunfava.

Outro taberneiro/bodegão, Antonio Ruiz Torres, via reconhecido seu trabalho em Cañamero, onde modernizou suas instalações para convertê-las num espaço perfeito para a prática do enoturismo.

Muito querido foi o protagonista do prémio do ano 2005. Antonio Martínez Buzo, fundador de Hotel {Huerta} Honda e pioneiro do turismo de qualidade na região. Sua cadeia {creació} com a posta em marcha do hotel Casa Palácio Condado da Corte.

Em 2006, Ángel Cid, um autêntico referente em suíno ibérico conseguia ser Empresário Extremenho do Ano graças à inovação que introduziu em sua gama de produtos.

Manuel Cordero, o grande empresário do sector turístico e fundador da cadeia {MCA} Hotéis recebeu em 2007 o reconhecimento de Empresário do Ano.

Da mesma maneira, em 2008 se reconheceu o trabalho de Manuel López Pecero, à frente de Grupo López Bolaños, integrado por Vidros e Persianas López, {Alumasa} e {Expalum}.

Também o mundo do tabaco, tão importante na região, viu reconhecido o seu trabalho com o prémio a Manuel Bermejo, gerente de Agroexpansão, uma tabaqueira chave para o equilíbrio do sector na região.

Javier Carbonell, de Grupo {Ogesa}, foi premiado em 2010, graças ao trabalho que desenvolvia sua consultora cujos trabalhos se têm estendido por toda a gente.

O mundo da guloseima também teve seu reflexo no prémio que em 2011 recebeu Ángel Sánchez Cortés. Dispõe duma rede de lojas e um selo próprio de frutos secos e {chucherías} que se expande com êxito por toda a comunidade autónoma.

Não menos interessante é o vencedor do ano 2011: Francisco Piñero Lemus, fundador de Euro Eletrodomésticos e da cadeia de lojas {Electrocash}. Naqueles momentos encontrava-se em plena expansão por toda a comunidade autónoma com lojas que se tornaram num referente.

À lista de galardoados temos de somar em 2013 a outro gigante dos derivados do ibérico: Pedro Mallo. A implementação de sistemas de qualidade a seu produto foi chave para conseguir a estabilidade da empresa acima de qualquer outro margem comercial.

Em 2014, lhe tocou o revezo a um grande do sector têxtil: Juan Carlos {Ibáñez}, quem desde Llerena criava uma empresa, Manufaturas {Saycar}, que se convertia num autêntico empório da roupa da mão de sua marcha {Forecast}.

Em 2015, um grande da hotelaria conseguia triunfar: Jorge Antonio Gómez Rebollo. Graças a seu olho para a instalação de franquias conseguia triunfar.

Em 2016 o prémio foi para um profissional da medicina, que também se sente empresário: José Carlos Moreno, do Instituto/liceu Neofacial de Badajoz. Moreno é licenciado em Medicina e Cirurgia pela Universidad de Extremadura em 1988, médico em Medicina e Cirurgia pela Universidad de Extremadura em 1991 e se formou na especialidade de Cirurgia Oral e {Maxilofacial} via MIR no hospital 12 de Outubro de Madrid (1991-1995). Desde 1996 é médico especialista do Serviço de Cirurgia Oral e {Maxilofacial} do hospital universitário Infanta Cristina de Badajoz. Desde o ano 2000 é diplomado {European} {Board} Ouro-{maxilofacial} {surgery}. É master em Direção Médica e Gestão Clínica pelo Instituto/liceu de Saúde Carlos III de Madrid, {mentor} de {Simplat} {Academy} (Bélgica) e diretor do curso de Especialista Universitário de {Implantología} e Cirurgia Oral da Universidad de Extremadura. É autor do livro ‘Planificação 3D e cirurgia guiada em {implantología} oral’ e de numerosas publicações, conferências e comunicações em cursos e congressos nacionais e {internaciales}..

Neste ano 2017, o grande reconhecimento tem ido a parar para {Atanasio} Laranjeira, o referente da fruta de osso na Extremadura e Espanha. Laranjeira cumpriu seus objetivos: Extremadura é uma das zonas mais importantes da União Europeia na produção de frutas de osso, e {Tany} {Nature} está entre os primeiros operadores do mundo no segmento, com marcas como {Tany} {Sweet}, {Tany} ou Elixir.

A empresa extremenha {Tany} {Nature} tem começado a exportar fruta de osso a China, convertendo assim a Espanha no “primeiro país do mundo” que chega a este mercado após seis anos trabalhando na abertura das exportações a este país asiático.

O presidente desta companhia, {Atanasio} Laranjeira, elogiou o “processo bem facto/feito” para chegar ao gigante asiático, e tem reivindicado que temos de “melhorar muito em logística” dado que a região extremenha vive “dos portos, básicamente, de {Algeciras} e de Lisboa”.

O presidente de {Tany} {Nature} tem detalhado que “toda a fruta do Vale/cerque do Guadiana é de ascendência chinês-japonesa”, motivo pelo qual o mercado chinês está “surpreendido” das variedades que se deram e como têm “melhorado” em Espanha. Sobre/em relação a os motivos que lhes levaram a escolher China para levar a fruta de osso, Laranjeira tem posto em valor “o desenvolvimento que está tendo” o gigante asiático bem como sua população. “Além disso é um país que valoriza muito a qualidade, eles procuram um produto de primor que lhes surpreenda nos cinco sentidos e nós temos uma fruta que pode fazê-lo”, afirmou.

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