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Aconselham aumentar a assistência psicológica na saúde pública

{Marugán} recomenda ao Ministério da Saúde tratar o assunto tão cedo quanto possível

 

Consulta. Um paciente na consulta do psicólogo. - EL PERIÓDICO

Redacción AA MONOGRÁFICOS
07/02/2020

E l Defensor del Pueblo em funções, Francisco Fernández Marugán, considera “urgente” estudar como incrementar a atenção psicológica no Sistema Nacional de Saúde após constatar que a rátio de psicólogos por habitante apenas tem variado na última década.

Assim, tem recomendado ao Ministério da Saúde que leve este assunto “tão cedo quanto possível” ao seio do Conselho Interterritorial de Saúde, no qual estão representados o Governo e as comunidades autónomas, para abordar o incremento de recursos de atenção psicológica, estender esta atenção ao âmbito da atenção primária e criar mais praças/vagas de formação especializada.

Na sua opinião, há um âmbito assistencial que estão demandando e utilizando os cidadãos, em benefício de sua saúde mental, que além disso está previsto na pasta mas que, no entanto, as administrações públicas não são capazes de oferecer, pelo menos numa extensão adequada, informou a instituição num comunicado.

Este ponto de vista coincide com as queixas cidadãs chegadas ao Defensor que refletem que, apesar “do grande esforço” que realizam os profissionais e as entidades sociais de apoio aos pacientes de saúde mental, existe uma insuficiência estrutural de recursos humanos e materiais que se traduz numa pobre resposta à forte procura existente.

A instituição iniciou em 2018 uma atuação de ofício com o Ministério da Saúde, com todas as comunidades autónomas e com o Instituto/liceu Nacional de Gestão Sanitária ({INGESA}) para conhecer se a oferta de atenção psicológica clínica existente na saúde pública se adequa às verdadeiras necessidades da população.

RELATÓRIO/INFORME. De facto, um relatório/informe do Senado realizado em 2010 estimou que tinha 4,3 psicólogos por cada 100.000 habitantes, face à média/meia europeia de 18 psicólogos por cada 100.000 habitantes, se bem.

Segundo a informação facilitada ao Defensor pelo Ministério da Saúde, dita rátio se situou em 2018 em aproximadamente 6 psicólogos.

Também, o Defensor assinala as diferenças entre umas comunidades e outras quanto às variações no número de psicólogos em seus respetivos serviços de saúde.

Assim, enquanto comunidades como Madrid, Canárias ou Navarra têm dobrado ou mais o número de psicólogos que intervêm em saúde mental, noutros territórios a variação é mínima.

As queixas dos cidadãos refletem também que a carência de profissionais provoca que seja habitual que os tempos entre consulta e consulta possam prolongar-se até os três meses, para tratamentos que requereriam uma periodicidade muito maior/velho.