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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

“O aeroporto de Badajoz aumentou seus voos {chárter} graças aos caçadores”


03/05/2017

 

Existe um turismo que digressão em torno da atividade cinegética. Se pratica em todo o mundo e Extremadura não está à margem de esta atividade. Ao contrário, é um importante motor económico. Segundo dados da Federação Extremenha de Caça o sector gera ao ano 400 milhões de euros e 90.000 salários diretos. Não é de estranhar portanto, que as empresas relacionadas com a atividade venatória se tenham unido e estruturado na Associação de Turismo Cinegético da Extremadura ({Tuciex}). Seu presidente, {Jerónimo} Canto, revela os principais objetivos desta jovem mas pujante agrupamento.

-{Tuciex} é uma associação muito jovem ¿a quantos sócios aglutina já?

--Começou sua andamento no mês de setembro. Atualmente {contamos} com 1.500 sócios. Em {Tuciex} têm cabida todas as empresas e pessoas que queiram estar sem mais requisito que o de estar relacionados com o turismo cinegético, sector muito largo e que podem ser, caçadores, {rehalas}, Orgânicos de caça, Quintas cinegéticas, empresas das carnes, automoção, seguros, {armerías}, hotelaria, hotéis, casas rurais, restaurantes, catering, etc.…

-¿Como {asimiláis} dois conceitos/pontos em princípio tão diferentes como turismo e caça?

--Realmente a caça não deixa de ser uma forma de turismo. Podemos fixar-nos no caçador regional, o da zona, que fica a dormir em hotéis porque a distância relativamente a seu domicílio é longa. Mas também Extremadura é um destino turístico de caça ao que vão muitas pessoas de fuera da região e não só/sozinho doutras comunidades, mas de outros países. Os caçadores não vêm a Extremadura a caçar exclusivamente. Dormem em hotéis e casas rurais, vão a restaurantes… Mesmo no caso de turismo internacional pegam o avião. O aeroporto de Badajoz tem sofrido um aumento importante nos últimos anos de voos {chárter} com viajantes que vão a fazer turismo cinegético. Também alugam carros, carrinhas, autocarros… A caça é a consequência final de tudo isso, mas realizam muitas atividades turísticas. Quando vêm acompanhados das suas famílias aproveitam a viagem para ver enclaves naturais e zonas monumentais.

-A associação desde seu nascimento contou com um importante apoio institucional da Direção Geral de Turismo.

-Sim, temos o apoio incondicional de Francisco Martín, diretor-geral de Turismo da Junta de Extremadura, que nos ajudou desde o nascimento da associação. Estiveram presentes na apresentação em sociedade. É uma das primeiras vezes que uma instituição dá o seu apoio tão abertamente à atividade do turismo cinegético, tão importante para Extremadura.

-¿Quais são os objetivos que {perseguís}?

-O principal é situar esta atividade no categoria de máxima excelência. Queremos que o viajante conheça Extremadura dentro do turismo cinegético, do qual somos o máximo expoente em Espanha. Os paisagens, a orografia, a oferta gastronómica, hoteleira e de casas rurais, são impressionantes.

-¿Qual é vosso principal problema?

--Infelizmente é uma atividade que não está socialmente bem vista, mas é necessária. Sem a caça o ecossistema se quebraria. As grandes espécies de herbívoros não têm nenhum predador e o único que pode regular/orientar sua superpopulação é o homem através da caça. É uma atividade necessária para respeitar o ecossistema. {Defendemos} a caça sustentável e a caça ética.

-¿Que importância tem o sector na região?

--Muitíssima. Segundo dados da Federação Extremenha de Caça move mais de 400 milhões de euros e dá mais de 90.000 salários diretos. São cifras muito conservadoras. Nós acreditamos que o volume é mais importante. Me {remito} ao último estudo do {Circulo} {Fortuny} realizado por Expansão que diz que em Espanha o turismo cinegético move 3.600 milhões de euros ao ano. As três regiões mais importantes neste âmbito são Andaluzia, Castela La Mancha e Extremadura, estamos a falar de 2.000 milhões de euros entre as três.

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