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“Com os maiores/ancianidade das residências se têm tomado decisões éticas a nível sanitário não aceitáveis”

 

“Com os maiores/ancianidade das residências se têm tomado decisões éticas a nível sanitário não aceitáveis” - EL PERIÓDICO

Redacción AA MONOGRÁFICOS
03/07/2020

{-} As residências de anciãos estiveram no centro do furação do debate político e social durante o estado de alarma. ¿Acredita que a gestão foi a correta?

-As residências som lugares de maiores/ancianidade e dependentes. É um lugar social, para viver. Se nosso avô vivesse na sua casa teria direito a todos os serviços médicos sanitários. Pois se vive numa residência exatamente o mesmo. Isto não ocurreu. A Associação Sociosanitária de Residências Privadas da Extremadura ({Asorex}) dispõe de residências em todos os pontos da geografia extremenha e em muitas residências não se tem podido enviar aos maiores/ancianidade aos hospitais durante o mês de Março e Abril ou porque não nos permitiam enviá-los, ou porque vinham de volta às residências… isto é a realidade. E isto é o que aconteceu em Espanha, com os maiores/ancianidade das residências se têm tomado decisões éticas a nível sanitário não aceitáveis.

-As residências na Extremadura e seus trabalhadores têm realizado um enorme esforço na luta contra a pandemia ¿Acreditam que respondeu adequadamente face à situação ?

-Vamos por partes. Os trabalhadores foram verdadeiros heróis. Trabalharam duro e têm demonstrado que para trabalhar neste sector temos de valer. Trabalharam sem {EPIs}, sem teste, sem nenhum tipo de meio. {Reitero}: verdadeiros heróis.

Graças a que as residências privadas da Extremadura temos adquirido ao longo/comprido da pandemia teste e {EPIs}, comprando a preços excessivos, já que a administração não dispunha nem provia, os diretores juntamente com os trabalhadores temos saído sós desta pandemia. Sós sem ajuda de ninguém. Bastante tem tido o sector público e a administração extremenha de dar {cobijo} e tirar adiante suas residências públicas com os efeitos devastadores que têm tido, mas estou convicto de que a partir de agora lutarão ambos, como lutaram até antes da pandemia, da mão. Isto não é um problema nem público nem privado, é um problema de organização sanitária para a ajuda a nossos maiores/ancianidade e dependentes.

- ¿Estavam as residências preparadas para fazer frente ao vírus?

-¿Quem estava preparado para esta crise ? Después dos resultados analisados a data de hoy ninguém esteve preparado ao 100% para fazer frente a este vírus. Se faleceram mais de 20.000 pessoas em residências é que algo não se fez bem. Atualmente, estamos vendo a verdadeira realidade e toda a gente está sabendo a verdade. A grande parte dos maiores/ancianidade falecidos em residências fizeram-no por falta de atenção hospitaleira, isto é, não é um problema do modelo de residências, mas, um problema da sociedade que não emprestou a ajuda sanitária.

-Na Extremadura houve 430 falecidos em residências. ¿como temos de valorizar esta cifra ?

-Em Espanha houve 27.000 falecidos por coronavirus, sendo o coletivo das pessoas maiores/ancianidade em residências o mais golpeado por esta pandemia.

Na Extremadura faleceram exatamente 432 pessoas em residências, uma percentagem de falecidos relativamente a infetados muito abaixo da média/meia nacional. Em residências de {Asorex}, isto é, as residências privadas com um alto nível de qualidade na Extremadura, não chegaram aos 70 falecidos. {Reitero} em quase 3.000 praças/vagas privadas houve 70 falecidos. Sempre que há mais de um falecido numa residência não podemos dizer que temos um nível de muito bom, mas me permito dizer que as residências privadas da Extremadura têm tido um nível de notável alto durante a pandemia.

-No entanto, o sector não se deteve e contribui ao desenvolvimento económico da região. ¿Quantas residências há na Extremadura e quantos postos de trabalho geram?

-O sector não se pode deter, cada vez a esperança de vida é mais alta e por conseguinte cada vez {contamos} com mais maiores/ancianidade de 65 anos em nossa comunidade. As residências têm um longo/comprido percurso/percorrido, tanto/golo as públicas como as privadas e desenvolvem um grande estreitamente apesar de que nestes quatro meses de pandemia se tenha querido {echar} tudo pela {borda} com as declarações dalgum político da administração central em Madrid. Seus discursos têm tido muito pouco/bocado percurso/percorrido e já toda Espanha se deu conta que o discurso não é “residências públicas ou privadas”, o discurso ou debate é ter um “modelo para o cuidado dos nossos maiores/ancianidade e dependentes”.

Extremadura tem atualmente mais de 220.000 maiores/ancianidade de 65 anos (21% população). Continuamos tendo mais de 1.500 maiores/ancianidade dependentes em listas de espera. Extremadura conta com 14.000 praças/vagas urbanizações das que 6.000 som privadas e 3.000 pertencem ao patronato de {Asorex}, que me {reafirmo} em que som as residências de alta qualidade assistencial e de infraestrutura para nossos maiores/ancianidade.

A crise foi um problema mais sanitário que social.

-¿Acredita que mudará o modelo de residências de maiores/ancianidade a partir de agora ?

-No que afeta às residências extremenhas, me permito adiantar que não vai-se a mudar o modelo. {Asorex} já tem tido com o SES e o {Sepad} as reuniões correspondentes nas que se está criando uma mesa de reconstrução e de valorização do modelo atual por parte do patronato de residências privadas já se deram dados muito importantes a ter em conta. De igual maneira, temos posto a seu alcance dois técnicos com grande experiência no sector urbanização privado para poder/conseguir trabalhar com a administração.

{Repito}: o debate não é público/privado como nos quiseram fazer ver, mas a coordenação e atenção sanitária/social. Não pode voltar a faltar a coordenação sociosanitária. Não é questão de mudar o modelo de residências mas de unificar e dar ajuda sanitária às residências.

Na Extremadura já temos um modelo {sanitarizado} o máximo possível nas residências , mesmo por níveis de {sanitarización}. Os {desglosamos} em Residências com Praças/vagas {T3}, {T2} e {T1}. Cada um atende a dependentes com maior/velho grau/curso universitário e com maior/velho carga/carrega sanitária. Na Extremadura {contamos} com um nível de residências privadas com um nível muito elevado e assim o temos demonstrado nesta pandemia.