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“A solidariedade dos vizinhos/moradores de Malpartida de Cáceres é espetacular”

 

Ações. Projeções de ânimo à pessoas na fachada da igreja paroquial e distribuição de 4.000 máscaras por vereadores e trabalhadores do Câmara Municipal de Malpartida de Cáceres. - EL PERIÓDICO

Ações. Projeções de ânimo à pessoas na fachada da igreja paroquial e distribuição de 4.000 máscaras por vereadores e trabalhadores do Câmara Municipal de Malpartida de Cáceres. - EL PERIÓDICO

Redacción AA MONOGRÁFICOS
10/05/2020

-¿Quais som as prioridades neste momento no município?

-Pois atualmente é recuperar a normalidade do município, mas sem esquecer que a prioridade principal é a saúde e conseguir reduzir ao mínimo possível os contágios confirmados de {covid}-19. Aqui a cifra mais alta de contágios foi de 15 e 25 isolados, o que som dados relativamente baixos, apesar de estar muito perto de dois localidades que têm sofrido de forma dramática as consequências do coronavirus como som Arroyo de la Luz e Cáceres, com as que temos muitas relações de todo o tipo, mas até que não deixemos a 0 essa cifra temos que seguir/continuar trabalhando com responsabilidade e sentido comum.

-¿Como mantém a comunicação com vizinhos/moradores e empresas?

-Pois de todas as formas possíveis, porque entendo que a informação e a transparência som básicas em democracia e mais em épocas de crise, tanto/golo para informar do bom como do mau. Por isso desde/a partir de o dia 14 de Março {publico} um vídeo informativo em meus redes sociais informando dos dados de contágios, das medidas adotadas, explicando as ordens ministeriais e, principalmente, pedindo responsabilidade e sentido comum. Desde então todos os dias, exceto um, tenho emitido pelo menos um vídeo. Levarei uns 66 vídeos mais ou menos e alguns chegaram às 2.000 reproduções.

Mas para além de isso, desde/a partir de a site e redes sociais da Câmara Municipal, todos os dias {emitimos} o relatório/informe de situação e do resto de notícias relacionadas. Acredito/acho, sem ânimo a enganar-me, que esta informação tem contribuído a consolidar a responsabilidade e o sentido comum em todos os {malpartideños}.

-¿Como fornecem medicamentos e comida/almoço aos maiores/ancianidade?

Pois Malpartida foi um dos primeiros municípios em organizar um voluntariado para lutar contra o coronavirus. Foi no mesmo dia 14 de Março quando {comenzamos} a concretizar necessidades e o mesma segunda-feira começamos a {publicitarlo}. Em apenas uma semana tínhamos 50 voluntários dispostos a comprar a medicação de maiores/ancianidade e isolados, comprar-lhes comida/almoço, tirar-los ao cão, ficar com os seus filhos por necessidade e inclusivamente lavar-los o cabelo em casa. Em relação à comida/almoço de maiores/ancianidade tínhamos com anterioridade um serviço municipal de refeições a domicílio que se manteve e inclusivamente se alargou. Sem dúvida, graças a eles conseguimos que estes cidadãos vulneráveis não {salieran} à rua e isso tem contribuído a evitar a propagação do vírus.

Mas se uma medida tem contribuído a que Malpartida tenha tido uma incidência baixa do coronavirus foi que temos repartido entre os {malpartideños} mais de 9.000 máscaras tanto/golo à população em geral, aos meninos em particular, mas também a todos os profissionais que o têm necessitado, reforçando a alguns com ecrãs faciais.

-¿Quais som suas principais medidas na área económica para empresas, autónomos/trabalhadores independentes e desempregados?

-Esta sexta-feira, 8 de Maio, temos aprovado um Plano de Recuperação Económica e Social de Malpartida de Cáceres ({PRES}) dotado com mais de 230.000 {€}. Som 5 linhas de atuação e intervenção, tanto/golo sociais como económicas, das que uma é para autónomos/trabalhadores independentes e empresários dotada com 105.500 {€}. Entre as medidas mais destacadas cabem subsídios diretos para suprir a falta de rendimentos, dotada com 50.000 {€}; a devolução das taxas de água, esgoto e lixo do primeiro trimestre de 2020 dotado com 15.000 {€}; não {exigibilidad} do pagamento da taxa por terraços dotado com 6.000 {€}; alargamento ao dobro das terraços de veladores a custo 0; redução de um 15% de arrendamento de quintas municipais; redução do aluguer de instalações e cafetarias municipais; reforço da campanha de Empreendimento em Malpartida para ajudar ao sector local; daremos preferência no pagamento a fornecedores e {reduciremos} o prazo a 20 dias; e estamos trabalhando numa plataforma online e telefónica para oferecer serviços e produtos de estabelecimentos {malpartideños}, etc..

-¿Como têm canalizado a solidariedade dos vizinhos/moradores?

-A solidariedade dos vizinhos/moradores foi espetacular. Foi fazer um apelo e a resposta não tardou. Temos tido voluntários fazendo milhares de máscaras com um nível de qualidade e de proteção altíssimo, temos arrecadado mais de 23.000 {€} de donativos para a compra de material de proteção, ajudas para famílias vulneráveis, etc.. Os voluntários foram mais de 50 para ajudar aos isolados e quase 20 para as carroças de consciencialização cidadã. A campanha Malpartida Solidária recolhe/expressa todos os dias centenas de alimentos em lojas da localidade, etc..

-¿Que programas sociais puseram-se em marcha?

-Pois vários programas. Infelizmente o número de famílias necessitadas se tem triplicado nestes dois meses que levamos de estado de alarma. E muito me {temo} que vai-se a prolongar esta situação de precariedade social.

Por isso desde/a partir de o princípio {ampliamos} os fundos de Ajudas para Emergência Social geridas desde/a partir de o Serviço Social de Base do Câmara Municipal. Ao mesmo tempo, {coordinamos} com Carinhas e {asumimos} a Câmara Municipal o serviço de refeições a domicílio para famílias e pessoas vulneráveis, por isso {implantamos} em Malpartida o projeto {MiMenú}, ideia das empresas cacerenhas {Electricity} Marketing & Comunicação e de Quem lhe Põe o {Cascabel} ao Chefe de cozinha, mas gerido e financiado pelo Câmara Municipal junto a multiplos donativos. Com este projeto chegámos a dar comida/almoço de qualidade elaborada por {chefs} profissionais e contrastados até 70 pessoas ao dia. Também, desde/a partir de o princípio, e em colaboração com os voluntários, {llamamos} ao telefone todos os dias a pessoas maiores/ancianidade e vulneráveis em situação de solidão para dar-lhes ânimos e ajudar-los em tudo o que possam. Mas não só/sozinho isso, também no {PRES} temos aprovado uma linha de Medidas de coesão social dotado com 60.100 euros onde {ampliaremos} o fundo de ajudas sociais, {reduciremos} algumas taxas, {seguiremos} com a comida/almoço a domicílio, etc..

-¿Como se prepara o município para quando passe a pandemia?

-Pois com ilusão/motivação, mas também com incerteza. Mantivemos várias reuniões com mais de 70 autónomos/trabalhadores independentes e empresários, temos falado com muitos vizinhos/moradores, etc.. e todos nos transferem essas vontade de voltar à normalidade, mas toda a gente tem muitas dúvidas de como enfrentar esse dia desde/a partir de o ponto de vista sanitário e de proteção e também em relação à situação económica que se me antoja complicada. Será época de sacrifício e de muito estreitamente, mas a prioridade de todos é, depois da saúde, a normalidade social para que Malpartida volte a ser esse povo/vila alegre e generoso, com uma grande vida social, cultural e festiva.

-¿Como imagina seu município na ‘nova normalidade’?

-Espero que igual que o de antes, mas aprendendo a lição que esta crise nos deu a todos. Teremos um verão atípico com medidas de proteção e segurança que sem dúvida nos limitará nossa vida normal/simples, mas aos poucos iremos adquirindo essa normalidade porque os espanhóis somos assim, às vezes esquecemos com muita facilidade. É aí onde devemos ser cautelosos e precavidos, e desde/a partir de as Administrações temos que manter essa tensão de precaução, para manter as medidas de distanciamento interpessoal e de proteção, para não voltar atrás, até que {consigamos} a normalidade total quando apareça a vacina. Serão tempos complicados, mas também as crise oferecem a oportunidade de reinventar-se. Essa aí onde não duvido que estará Malpartida para seguir/continuar melhorando como município com uma {grandísima} qualidade de vida.