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“A caça do {jabalí} ao salto necessita um regulamento já”

 

“A caça do {jabalí} ao salto necessita um regulamento já” - EL PERIÓDICO

Juanjo Ventura AA MONOGRÁFICOS
13/09/2019

a caça é um sector que move anualmente na Extremadura 385 milhões de euros. Neste negócio, as montarias significam 76 milhões e a caça miúda uns 69 milhões de euros. No entanto, a nova época atira muitas dúvidas para os adeptos, pois os problemas para lebres, coelhos e {tórtolas} se {recrudecen}. Tanto/golo é por isso a Federação Extremenha de Caça ({Fedexcaza}) tem reclamado ajudas urgentíssimas para o brote de novo de {mixomatosis} na lebre. O presidente de {Fedexcaza} analisa os pormenores da época que começa.

-A Asamblea de Extremadura aprovou neste ano a modificação da Lei de Caça extremenha, que procura a simplificação e inclui dois tipos, um para caça grossa e outra para menor ¿Como foi recebido esta mudança normativo pelos adeptos?

-Foi muito bem recebido. O caçador pode solicitar a licença única, que vale para todas as modalidades existentes. Pode pagar a de caça grossa, com uma taxa de 25 euros e para a que existem muitos descontos (deficiente, família numerosa, menor de 30 anos, federado…). Se somente te interessa a caça miúda a licença única tem uma taxa de 10 euros, à que também se lhe podem aplicar todos os esses descontos. Acredito/acho que este novo regulamento é muito positiva e nos vai a atirar o número exato de caçadores que há na região. Também a novo cartão federativo tem tido um bom acolhimento para caçar em coutos sociais. Nós na Federação Extremenha de Caça estamos notando esse volume de novos federados. O que se espera desde o sector com muita ansiedade é a {reglamentación} da caça de {jabalí} ao salto. Ficava recolhida na nova lei mas se esclarecia que se deveria regular/orientar posteriormente.

-¿Que previsões em geral consideram para a época que estes dias começa?

-Temos uma grande preocupação pela caça miúda, apesar de que coelhos e lebres têm criado muito bem, mas as doenças os estão dizimando até chegar a mínimos muito preocupantes. A perdiz, por ser um ano seco, tem criado muito mau. A lebre por segundo ano consecutivo tem um surto importante de {mixomatosis}, que tradicionalmente padecia o coelho. E o coelho apesar de ter criado bem onde tinha, apresenta um alto índice de mortalidade nos meses de setembro e Outubro pela doença vírica.

-¿Quais são as espécies mais {abatidas} em caça grossa?

-Cervos e {jabalíes} marcam a época. O próprio relatório/informe da caça que a Federação Extremenha realiza anualmente deixa patente que existe uma tendência em alta, embora não seja muito forte. Acreditamos que os resultados serão semelhantes aos da passada época, mas com uma redução da qualidade que sim que é preocupante. Face a a época de caça grossa temos de fazer um aproveitamento sustentável e racional para ‘não matar à galinha dos ovos de ouro’”.

-¿Qual é a situação da tuberculose na atualidade?

-Em cervo sua presença é praticamente insignificante, e no {jabalí} sim há uma alta taxa de incidência, pelo que modalidades como {jabalí} ao salto para seus controlo em zonas agrícolas e pecuárias são necessárias que se regulem o quanto antes para retirar a espécie de zonas onde não pinta nada.

-A pressão social sobre/em relação a os caçadores continua…

-Acredito/acho que na Extremadura em relação se deu uma reviravolta importante nos últimos dois anos. Assim desde o ponto de vista da comunicação estamos muito presentes e se nos apoia muito. Se calhar falta apoio institucional ou político, que após as últimas eleições deu um giro/gracioso de 180 graus. A maior parte dos grupos parlamentares apoia a atividade cinegética com factos/feitos concretos. Na Extremadura, o acosso {animalista} praticamente é insignificante e o que mais nos preocupa é a escala nacional. A caça em países como França ou Alemanha é muito importante e inclusivamente os caçadores estão presentes nos desfiles populares. Temos de intensificar o trabalho comunicativo para transmitir à opinião pública o que a caça faz. Estamos chegando aos meninos para que conheçam nossa atividade de maneira objetiva. Temos motivos para ser otimistas. A pedreira/formação continua graças à lavor/trabalho de {Juvenex} e {Jocaex}, entre outras. A federação extremenha formou a mais de mil jovens no passado ano para ser caçadores, centena cinquenta mais que o ano anterior.