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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

Os vizinhos/moradores de O Viveiro recorrerão à Junta para urbanizar a zona

Uma parte dos residentes se nega a assumir o custo e não se põem de acordo. 30 anos depois, suas ruas seguem/continuam sem contar com alcatroado nem iluminação pública

ROCÍO ENTONADO region@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
25/08/2017

 

Trinta anos depois, O Viveiro segue/continua imerso em sua própria «lacuna/lagoa». A associação de vizinhos/moradores desta colónia localizada às arredores da cidade, junto ao parque de campismo, se está apresentando recorrer à Junta de Extremadura à procura de soluções que permitam culminar a condomínio.

Suas ruas não contam ainda com alcatroado ou iluminação pública e o problema é que uma parte dos residentes, aproximadamente a metade, não quer assumir o custo que suporia urbanizar. O coletivo de vizinhos estima que seriam perto de três milhões de euros, a dividir entre as 270 parcelas existentes. Atualmente, entre 1.200 e 1.400 pessoas residem nesta zona de Mérida.

Segundo explica o secretário da associação de vizinhos/moradores, Antonio Gallego, no último ano se mantiveram várias reuniões com a câmara municipal para tentar desbloquear a situação, mas o problema segue/continua incrustado «porque não há maneira de pôr de acordo aos vizinhos/moradores». Além disso, desde há aproximadamente três meses estão à espera a resposta da Câmara Municipal a sua última comunicação, pelo que o coletivo já se apresenta ir a minutas superiores. «Nosso seguinte passo será ir à Junta de Extremadura para que interceda e possamos encontrar uma solução. Não se pode viver permanentemente assim», assinala.

Atualmente os terrenos nos que se localizam as habitações têm a categoria/escalão de «chão urbano não consolidado». Inicialmente eram rústicos e Gallego reconhece que faz aproximadamente 30 anos, quando se começaram a vender as parcelas, as habitações que se construíram eram «ilegais».

PROBLEMA HISTÓRICO / Não obstante, em lugar de derrubar-les a administração autorizou a ramal da água e a eletricidade. «Se teve negligência por parte dos particulares, também a teve desde a Administração. Portanto, agora não nos vale que nos digam que as coisas se fizeram mau desde o princípio», reitera Gallego. Mas à margem da situação dos terrenos, também não os residentes se põem de acordo para urbanizar, pois o custo deveriam assumi-lo os próprios vizinhos/moradores.

A associação estima que estaria em torno dos 2,8 milhões de euros, o que suporia uma derrama de quase 12.000 euros por parcela. «Não há maneira de pôr-nos de acordo porque aproximadamente a metade não quer pagar, e contra tanta pessoas seria inviável iniciar/dar início um procedimento judicial», reconhece o secretário da associação, que também reivindica o direito do resto de vizinhos/moradores que querem urbanizar.

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