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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Um programa forma a 1.500 menores para previr o consumo de álcool

Vão a realizar 104 sessões formativas para os escolares de ESO de nove centralismos . A iniciativa inclui cinco oficinas para as mães e pais dos estudantes

CARMEN HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
20/02/2020

 

Perto de 1.500 estudantes de nove centralismos escolares da cidade participarão, entre os meses de Fevereiro e Março, numa nova edição do programa ‘Menores nem uma gota’ para consciencializar aos adolescentes e as famílias sobre/em relação a as consequências negações que supõe o consumo de álcool nos menores de idade. Concretamente, a iniciativa posta em marcha pela Fundação Álcool e Sociedade ({FAS}), em colaboração com a Conselheria de Educação e Emprego e a Câmara Municipal, programa 104 sessões informativas dirigidas a 1.480 estudantes de ESO, para além de cinco oficinas para mães e pais.

Nesta ocasião, os centros que vão a participar são os planeamento/planejamento Santa {Eulalia}, {Albarregas}, Emérita {Augusta} e Sáenz De Buruaga; as escolas María Auxiliadora, Nossa Senhora de Guadalupe e {Escolapias}; e as cooperativas Santa {Eulalia} e {Atenea}. Para o desenvolvimento deste projeto, {FAS} proporcionará o conhecimento e a experiência de profissionais especializados que darão sessões presenciais e facilitará o material necessário para seu desenvolvimento.

O programa se apresentou ontem numa conferência de imprensa à que foram o delegado de Saúde, Felipe González; a diretora de relações institucionais da {FAS} e apresentadora de televisão, Silvia Jato; e o diretor-geral de Inovação e Inclusão Educativa da Junta de Extremadura, Juan Pablo Venero. Sobre/em relação a o projeto, Jato explicou que por meio de jogos, contos e curiosidades se pode transferir aos menores a realidade deste consumo e conseguir desligar a ideia de que «ser giro» está relacionado com o álcool.

Neste sentido, Jato destacou que graças a iniciativas como estas tenha aumentado a idade de consumo pela primeira vez de álcool de 13 a 14 anos, embora reconhece que continua a ser uma cifra «alarmante». Esta fundação, que nasceu em 2000, tornou-se no maior/velho estudo de investigação sobre/em relação a álcool que se tem realizado neste tempo, e onde se põe a manifesto que sete de cada 10 menores «muda a atitude» frente o álcool.

Sobre/em relação a o papel da família, Jato sublinhou a importância de que os adultos consumam álcool «de maneira responsável». Além disso, enfatizou que o «triângulo» que existe entre os adolescentes, as famílias e a escola é {fundamntal} na hora de obter bons resultados com os menores.

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