Menú

El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Sete plantas fotovoltaicas querem instalar-se no concelho

Cada uma contempla 50 megawatts de potencia e ainda estão numa fase «inicial». {Yáñez} diz que a construção de cada indústria geraria 200 postos de trabalho

CARMEN HIDALGO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
06/03/2020

 

Aumenta o interesse/juro do sector das renováveis. A delegação de Urbanismo da Câmara Municipal recebeu nos últimos meses consultas para a instalação de sete plantas fotovoltaicas no concelho de Mérida, todas elas de 50 megawatts (MW) de potencia. A porta-voz municipal, Carmen Yáñez, informou ontem de que estes sete projetos industriais encontram-se na atualidade numa situação «inicial», pendentes de todos os trâmites ambientais e de declaração pública. «Há muito interesse/juro porque Mérida seja um referente na instalação de plantas de toda a região», sublinha a vereadora.

Em relação ao número de contratações que poderiam gerar estas indústrias, a delegada assegura que cada planta empregará em torno de 200 trabalhadores durante sua fase de construção, que costuma prolongar-se durante um ano e meio. Também, a delegada destacou os rendimentos que os cofres municipais receberão através dos impostos pela instalação destas plantas.

O Diário/jornal Oficial da Extremadura (DOE) submeteu ontem a informação pública os estudos de impacto a ambiental de dois plantas terrenos, a de Porta Palmas e O {Doblón}, com o que a Junta de Extremadura começa a dar «impulso e saída» a estes projetos que «beneficiarão à região e a Mérida». O projeto Porta Palmas consiste na construção duma planta solar fotovoltaica nos polígonos 62 e 63 do concelho de Mérida, com uma potencia instalada total de 48,195 {MWp} e uma superfície de ocupação de 135,22 hectares. A promotora é {Navalvillar} Solar S.L.

A planta O {Doblón} se instará no polígono 64 do concelho de Mérida; e no polígono 2, do concelho de Almendralejo, com uma potencia instalada total de 48,438 {MWp} e uma superfície de ocupação de 127,55 hectares. Uma vez finalizem os trâmites ambientais na Junta, converter-se-ão em projetos «que gerem riqueza à cidade, com o pagamento do cânone e as taxas» que reverterão nos vizinhos/moradores.

As notícias mais...