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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 14 de dezembro de 2018

A reforma do mercado se licita por três milhões e um cânone de 85.000€

O prédio poderá contar com uma zona de lazer e hotelaria, em seu parte central . {Yáñez} espera que tenha ofertas, dado que se trata de um projeto «{ilusionante}»

ROCÍO ENTONADO merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
03/01/2018

 

A reforma do mercado de {Calatrava} é já uma realidade. A Câmara Municipal de Mérida tem tirado a licitação a melhoria e exploração deste emblemático prédio por três milhões e um cânone anual de 85.000 euros. Segundo os folhas que se podem consultar no perfil do contratante, a reforma que se apresenta substituirá toda a estrutura física comercial existente por outra mais moderna com espaço para postos de venda, escritórios, cave para serviços complementares (câmaras, {obradores}, etc.) ou casa de banho públicos.

Se pretende além disso dar uma série de «usos complementares» ao imóvel «para melhorar as suas possibilidades económicas e de manutenção» aproveitando sua singularidade arquitetónica e localização em plenário/pleno coraçãozito da cidade. Entre esses usos, destacariam os culturais (para exposições, por exemplo), ou de lazer e hotelaria permitindo a instalação de {valeadores} para cafés, bares e restaurantes na zona coberta da rés-do-chão. «Trata-se de um projeto muito {ilusionante}, uma oportunidade de negócio importante e só/sozinho nos cabe esperar que se apresentem muitas ofertas para melhorar os rendimentos que temos», afirmou ontem a porta-voz municipal, Carmen Yáñez.

POR 40 ANOS / Segundo explicou em conferência de imprensa, a concessão se fará por um prazo improrrogável de 40 anos. A empresa adjudicatária tem que apresentar um projeto de reforma, correr com a execução das obras (o prazo estimado é de 20 meses) e depois explorar e gerir o mercado mediante o aluguer de seus postos e espaços. Em troca deve pagar um cânone anual à Câmara Municipal, estipulado nos folhas num mínimo de 85.000 euros anuais. Em relação, Yáñez detalhou que os três primeiros anos serão de carência e a partir do sexto o montante se irá atualizando conforme ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

As empresas interessadas poderão apresentar ofertas até ao 29 de Janeiro e para a adjudicação se terão em conta numerosos parâmetros, entre eles o aumento da investimento inicial a realizar (fixada nos folhas em três milhões de euros), o alta sobre/em relação a o cânone mencionado, a redução do prazo da concessão ou a qualidade arquitetónica do projeto.

Em relação ao evacuação, Yáñez reiterou ontem que a Câmara Municipal já chegou a um acordo com 12 dos 14 comerciantes que estavam ali instalados e que com os dois restantes está prestes a alcançar-se. A maioria já têm fechado seus postos e os que ainda permanecem abertos deverão fazê-lo nos próximos dias. Uma vez que o mercado volte a abrir as suas portas, todos terão opção de estimativa e {retracto} para voltar a instalar-se ali.

Como se recordará, a reforma do mercado de {Calatrava} leva décadas nas gavetas. Atualmente o imóvel tinha uma ocupação de 30% e sua manutenção tem vindo gerando à Câmara Municipal emeritense uma despesa anual de 200.000 euros. A última reforma data do ano 1983 e o prédio encontra-se em péssimas condições.

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