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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 17 de janeiro de 2018

O PP critica que não se lhe relatório/informe sobre/em relação a o grupo nem praças/vagas de polícia

REDACCIÓN MÉRIDA
10/01/2018

 

O porta-voz de Recursos Humanos do Grupo Municipal Popular, Juan Carlos Perdigoto, qualificou ontem de «vergonha e estafermo» a última reunião da comissão extraordinária de Recursos Humanos, na qual o Governo local «não informou de nada». Perdigoto critica que o Governo local transferisse aos meios de comunicação as amortizações do grupo municipal e a criação de 30 praças/vagas de policia municipal, antes de comunicá-lo aos grupos da oposição/concurso público, segundo explica o jogo/partido numa nota de imprensa.

O vereador denúncia que, depois de/após que o presidente da Câmara Municipal, Antonio Rodríguez Osuna, informasse no último plenário/pleno de que o grupo não ia a amortizar e que se criariam 30 praças/vagas, na comissão não se informou «de nada». Perdigoto assegura que o seu partido seguirá/continuará fazendo oposição/concurso público «apesar das entraves continuados do PSOE».

A delegada de Recursos Humanos, Mercedes Carmona, indicou ontem que a transparência e a comunicação são as endereço de identidade do Governo local e que sua preocupação pela cultura, a educação e o emprego «não é discutível». No seu entender, a obrigação de fiscalizar do PP se resume em que pretendem celebrar comissões «não para receber/acolher informação mas, exclusivamente, para receber, com uma assistência de só/sozinho cinco minutos».

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