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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

O plenário/pleno aprova com os votos de PSOE e PP a diminui fiscal para grandes empresas

As que gastem mais de 10 milhões e acreditam emprego terão bonificações no {IBI}, o {ICIO} e o {IAE}. IU e Podemos votam contra ao considerar que é uma medida «inútil» que não ajuda às pme

MANUEL LÓPEZ merida@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
31/08/2017

 

Já é uma realidade: as empresas que invistam mais de 10 milhões de euros contarão com descuentos nos impostos. A petição/pedido a lançaram os promotores da planta {azucarera} que se quer instalar em {Expacio} Mérida, mas não se circunscreverá só/sozinho a esta. O plenário/pleno local aprovou {eyer} as modificações nas ordenanças fiscais do Imposto de Bens Imóveis ({IBI}), sobre/em relação a Construções, Instalações e Obras ({ICIO}) e Atividades Económicas ({IAE}), para além da taxa pela prestação de serviços urbanísticos.

O Grupo Socialista tirou adiante as mudanças com o apoio do vereador não inscrito Juan Luis Lara e o PP, que manteve a linha continuísta a favor da diminui. 20 votos afirmativos contra os três {noes} de Podemos e IU (a vereadora da formação não assistiu ao plenário/pleno), que votaram contra ao considerar que é uma medida «inútil» que não beneficiará às pequenas empresas. A vereadora María Antonia San Martín, também não inscrita, absteve-se.

Estes descuentos nos impostos incluem umas bonificações de entre o 30% e o 95% nos impostos mencionados às empresas que queiram {instarlarse} em Mérida e que invistam um mínimo de 10 milhões de euros e se comprometam a criar 10 empregos. O 95% se reserva para aquelas que, como a {azucarera}, invistam um total de 300 milhões de euros e acreditam 100 postos de trabalho. No {IBI}, estes benefícios serão só/sozinho para os primeiros 7 anos de atividade e se terão que ir renovando anualmente. Por seu lado, no {IAE} a duração também será de 7 anos, os dois que já estavam estipulados e um alargamento de cinco. Na taxa da licença urbanística, a bonificação afetará só/sozinho a esta licença e não ao resto e será do 0,764%, sendo o orçamento máximo de 10 milhões.

Maioria/ IU e Mérida Participa foram as vozes discordantes do plenário/pleno. Fernando González, porta-voz de Mérida Participa, assegurava que era uma das decisões «mais importantes da legislatura», mas a rejeitava porque não saem beneficiadas as pequenas e médias empresas.

Álvaro Vázquez, porta-voz de IU, por seu lado, afirmava que não será determinante para que a {azucarera} se implante em Mérida o pagar mais ou menos impostos. Assegurava além disso que estas medidas não são eficazes e que sim temos de negociar mas «não ceder as armas». Carmen Yáñez, porta-voz socialista, lhe respondeu que as modificações não são para nenhuma empresa concretamente, mas para que no futuro as grandes empresas se instalem em Mérida.

Na mesma linha, o presidente da Câmara Municipal, Antonio Rodríguez Osuna, reiterou que o que se debatia no plenário/pleno não era só/sozinho para a planta {azucarera}, mas assegurou que o que venha esta empresa a Mérida também depende das descuentos nos impostos que se lhe façam. Defendeu além disso que a cidade sairá beneficiada, já que a diminui fiscal «será só/sozinho para os primeiros sete anos» e a vida média/meia duma {azucarera} é de «40 anos».

Osuna assegurou também que a cidade anglo-saxónica é competência direta de Mérida e incidiu em que a planta {azucarera} tem tido mais ofertas para instalar-se em Espanha. Por exemplo de Aragão, comunidade que contactou com a empresa. O vereador municipal terminou dizendo que a {azucarera} se tinha fixado em Mérida porque pessoas do grupo investidor tinha quintas na Extremadura e que os seguintes passos para que a empresa se instale na cidade tinham que dá-los «todos juntos».

Abundando nestes argumentos, o porta-voz do PP, Pedro Acedo, foi breve e assegurou que a competência de Mérida está em Reino Unido, na cidade na qual {azucarera} também quer instalar-se e onde não pagaria impostos, pelo que seguiu/continuou com seu discurso favorável a estas medidas. Por seu lado, o Lara assegurou que neste tema todos têm que «remar na mesma direção» e reiterou em várias ocasiões que «o 95% de 0, é 0».

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